Definidas as semi-finais:
Carlos Barbosa x Malwee/Cimed (2º jogo em Jaraguá do Sul-SC)
Copagril/Faville/DalPonte x SCaetano/Corinthians/Unip (2º jogo em São Paulo-SP)
A Copagril/Faville/DalPonte, conseguiu na noite de ontem, em Marechal Rondon-PR, reverter a vantagem conquistada pela Intelli/Orlândia no jogo de ida em Orlândia-SP. Foi o único confronto das quartas-de-final que necessitou da prorrogação para definir o classificado.
Agora a Liga Futsal dá uma parada em função do Gran Prix de Futsal, que acontece em Goiânia-GO. A competição inicia neste domingo, dia 17 e encerra no dia 24. O evento terá a cobertura realizada pelo canal sportv.
Abraços!!!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Estudos
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para melhor análise dos contra-ataques e a relação com os resultados dos jogos da Taça Brasil de Futsal Feminino 2006, elaboramos os seguintes gráficos:
Gráfico 1: O número total de jogos (8) e total de contra-ataques (116);
Gráfico 3: A relação da atleta/função que iniciou mais vezes o contra-ataque;
Verificou-se que a atleta que mais iniciou os contra-ataques foi a pivô. Constatamos que na maioria dos jogos as equipes utilizaram a marcação na linha 3 (meia quadra), o que dificultou a penetração na defesa, facilitando o desarme por parte da primeira linha de defesa.
Gráfico 4: As situações de origem dos contra-ataques;
Constatou-se que a maioria dos contra-ataques surgiu através do desarme (dobra, marcação individual, interceptação do passe ou erro de passe).
Gráfico 5: Os resultados que mais vezes ocorreram com os os contra-ataques;
Vimos que grande parte dos contra-ataques resultaram em finalizações com defesa, pois a velocidade dos CA muitas vezes implicou em finalizações precipitadas. Porém, o percentual de contra-ataques sem finalizações também foi significativo, sendo que na maioria desses CA, ou a bola saiu da quadra de jogo, ou ocorreu o desarme.
Para finalizar o estudo, verificamos a relação dos contra-ataques com o resultado final das partidas.
Com a análise, percebemos que em 5 jogos a equipe que mais contra-atacou sai de quadra com o resultado positivo. Quando a equipe que menos contra-atacou venceu o jogo, isso em 2 dos 8 jogos, a altercação foi minima. E no jogo em que ocorreu o empate, o número de contra-ataques também foi igual.
** Peço desculpas pela ausência das figuras dos gráficos.
5 CONCLUSÃO
Verificamos que o número de contra-ataques nos oito jogos analisados foi de 116 CA.
Constatamos que na maioria dos jogos analisados, a equipe que mais contra atacou, saiu de quadra com o resultado positivo. Quando a equipe que contra atacou menos venceu (isto ocorreu em apenas 2 dos 8 jogos analisados), a diferença de contra-ataques foi mínima. No único jogo analisado que terminou empatado (UNOPAR/Londrina 1 x 1 Simões Filho), as equipes também empataram em contra-ataques (10 para cada).
Identificamos no estudo, que o tipo de contra-ataque que ocorreu com maior frequência foi na situação de 3x2, com 35 CA; seguido pela situação de 2x2, com 33 CA.
Quantificamos que 116 contra-ataques resultaram em 9 gols com 7,75% de aproveitamento.
Identificamos que a maioria dos contra-ataques são iniciados pelo pivo, com 32 CA .
Verificamos que a maior parte dos contra-ataques originam-se através do desarme, com 94 CA .
Detectamos que os contra-ataques resultaram na maioria em finalizações com 45 defesas da goleira, ou seja, 38,8%.
Ao término/longo deste trabalho, podemos observar que o contra-ataque pode ter uma relação direta com o resultado final do jogo, pois em 5 dos 8 jogos analisados, a equipe que mais contra-atacou, venceu os jogos.
REFERÊNCIAS
ANDRADE JUNIOR, José R. de. O jogo do futsal técnico e tático na teoria e na prática. Curitiba: Gráfica Expoente, 1999.
ARTIFON, Artêmio. II Congresso internacional de Educação Física e Desporto: futsal. Chapecó, 1995.
BARBOSA, Marco Octávio Simões. Beach Soccer – da iniciação à competição. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
CID, Javier Lozano; GUTIERREZ, Saturnino Nino. Técnica en alta competición. Madrid: Federación Madrileña de Futbol-sala, 2002.
______, Javier Lozano; GUTIERREZ, Saturnino Nino; CONDE-SALAZAR, Miguel Rodrígo; RODRÍGO, Jesús Candelas; BARRIO, Enrique Hernando. Táctica en alta competición. Madrid: Federación Madrileña de Futbol-sala, 2002.
DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física. 5.ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003.
FERNANDES, José Luis. Futebol: ciência, arte ou ... sorte!: treinamento para profissionais – alto rendimento: preparação física, técnica, tática e avaliação. São Paulo: EPU, 1994.
FONSECA, Gerard Maurício. Futsal: treinamento para goleiros. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
______, Gerard Maurício Martins; SILVA, Mauro Amâncio da. Jogos de futsal: da aprendizagem ao treinamento. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.
GOMES, Antonio Carlos; MACHADO, Jair de Almeida. Futsal: metodologia e planejamento na infância e adolescência. Londrina: Midiograf, 2001.
HOYOS, Francisco Luque; TABERNERO, Francisco J.Luque. Futbol sala: apuntes de táctica. Madrid: Gymnos, 1995.
LEAL, Julio César. Futebol: arte e ofício. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
LUCENA, Ricardo. Futsal e a iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1994.
MELO, Rogério Silva de. Futsal, 1000 exercícios. 2.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
______, Rogério Silva de. Trabalhos técnicos para futebol. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
MENEZES, Maurílio Fonseca. Futsal - aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
MUTTI, Daniel. Futsal: da iniciação ao alto rendimento. 2.ed. São Paulo: Phorte, 2003.
PAULA, Cláudio Karam de. V Seminário internacional de esportes de quadra. Curitiba, 1996.
PINHEIRO, Marcelo Gomes. V Seminário internacional de esportes de quadra: futebol de salão – básico. Curitiba, 1996.
SAAD, Michel Angillo; COSTA, Claiton Frazzon. Futsal: movimentações defensivas e ofensivas. Florianópolis: BookStore, 2001.
SANTOS FILHO, José Laudier Antunes dos. A preparação física no futebol de salão. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
______, José Laudier Antunes dos. Manual de futsal. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
TEUNISSEN, Evert. El fútbol sala: técnica, táctica, entrenamiento, reglamento. 2.ed. Barcelona: Hispano Europea, 1997.
VIANA, Adalberto Riqueira; GUEDES, Dartagnan Pinto; LEITE, Paulo Fernando; COSTA, Ricardo Vivacqua. Futebol. Rio de Janeiro: Sprint, 1987.
VOSER, Rogério da Cunha. Iniciação ao futsal: uma abordagem recreativa. Porto Alegre: ULBRA, 1996.
______, Rogério da Cunha; GIUSTI, João Gilberto. O futsal e a escola: uma perspectiva pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
WEINECK, Erlangen J. Futebol total: o treinamento físico no futebol. Guarulhos: Phorte, 2000.
ZAMBERLAN, Elói. Handebol: escolar e de iniciação. Cambe: Imagem,1999.
Abraços !!!
Para melhor análise dos contra-ataques e a relação com os resultados dos jogos da Taça Brasil de Futsal Feminino 2006, elaboramos os seguintes gráficos:
Gráfico 1: O número total de jogos (8) e total de contra-ataques (116);
Nos oito jogos analisados, ocorreu um total de 116 CA. Podemos observar que, tanto no jogo em que ocorreu o empate, quanto nos jogos em que se obteve a vitória através da vantagem mínima (vitória por um gol de diferença), as equipes manteram-se equilibradas também no número de CA. Sendo que em nenhum destes jogos, uma das equipes conseguiu vantagem superior a 15%, tratando-se da quantidade de CA. Por outro lado, nos jogos em que o placar apresentou-se mais dilatado (diferença igual ou superior a três gols), a equipe vencedora apresentou vantagem em relação a equipe derrotada, no número total de CA variando entre 26,3% a 55,5%.
Gráfico 2: A classificação dos contra-ataques;
Observa-se que na maior parte dos jogos analisados criou-se a situação de 3 X 2 e 2 X 2 nos contra-ataques.Gráfico 3: A relação da atleta/função que iniciou mais vezes o contra-ataque;
Verificou-se que a atleta que mais iniciou os contra-ataques foi a pivô. Constatamos que na maioria dos jogos as equipes utilizaram a marcação na linha 3 (meia quadra), o que dificultou a penetração na defesa, facilitando o desarme por parte da primeira linha de defesa.
Gráfico 4: As situações de origem dos contra-ataques;
Constatou-se que a maioria dos contra-ataques surgiu através do desarme (dobra, marcação individual, interceptação do passe ou erro de passe).
Gráfico 5: Os resultados que mais vezes ocorreram com os os contra-ataques;
Vimos que grande parte dos contra-ataques resultaram em finalizações com defesa, pois a velocidade dos CA muitas vezes implicou em finalizações precipitadas. Porém, o percentual de contra-ataques sem finalizações também foi significativo, sendo que na maioria desses CA, ou a bola saiu da quadra de jogo, ou ocorreu o desarme.
Para finalizar o estudo, verificamos a relação dos contra-ataques com o resultado final das partidas.
Com a análise, percebemos que em 5 jogos a equipe que mais contra-atacou sai de quadra com o resultado positivo. Quando a equipe que menos contra-atacou venceu o jogo, isso em 2 dos 8 jogos, a altercação foi minima. E no jogo em que ocorreu o empate, o número de contra-ataques também foi igual.
** Peço desculpas pela ausência das figuras dos gráficos.
5 CONCLUSÃO
Verificamos que o número de contra-ataques nos oito jogos analisados foi de 116 CA.
Constatamos que na maioria dos jogos analisados, a equipe que mais contra atacou, saiu de quadra com o resultado positivo. Quando a equipe que contra atacou menos venceu (isto ocorreu em apenas 2 dos 8 jogos analisados), a diferença de contra-ataques foi mínima. No único jogo analisado que terminou empatado (UNOPAR/Londrina 1 x 1 Simões Filho), as equipes também empataram em contra-ataques (10 para cada).
Identificamos no estudo, que o tipo de contra-ataque que ocorreu com maior frequência foi na situação de 3x2, com 35 CA; seguido pela situação de 2x2, com 33 CA.
Quantificamos que 116 contra-ataques resultaram em 9 gols com 7,75% de aproveitamento.
Identificamos que a maioria dos contra-ataques são iniciados pelo pivo, com 32 CA .
Verificamos que a maior parte dos contra-ataques originam-se através do desarme, com 94 CA .
Detectamos que os contra-ataques resultaram na maioria em finalizações com 45 defesas da goleira, ou seja, 38,8%.
Ao término/longo deste trabalho, podemos observar que o contra-ataque pode ter uma relação direta com o resultado final do jogo, pois em 5 dos 8 jogos analisados, a equipe que mais contra-atacou, venceu os jogos.
REFERÊNCIAS
ANDRADE JUNIOR, José R. de. O jogo do futsal técnico e tático na teoria e na prática. Curitiba: Gráfica Expoente, 1999.
ARTIFON, Artêmio. II Congresso internacional de Educação Física e Desporto: futsal. Chapecó, 1995.
BARBOSA, Marco Octávio Simões. Beach Soccer – da iniciação à competição. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
CID, Javier Lozano; GUTIERREZ, Saturnino Nino. Técnica en alta competición. Madrid: Federación Madrileña de Futbol-sala, 2002.
______, Javier Lozano; GUTIERREZ, Saturnino Nino; CONDE-SALAZAR, Miguel Rodrígo; RODRÍGO, Jesús Candelas; BARRIO, Enrique Hernando. Táctica en alta competición. Madrid: Federación Madrileña de Futbol-sala, 2002.
DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física. 5.ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003.
FERNANDES, José Luis. Futebol: ciência, arte ou ... sorte!: treinamento para profissionais – alto rendimento: preparação física, técnica, tática e avaliação. São Paulo: EPU, 1994.
FONSECA, Gerard Maurício. Futsal: treinamento para goleiros. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
______, Gerard Maurício Martins; SILVA, Mauro Amâncio da. Jogos de futsal: da aprendizagem ao treinamento. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.
GOMES, Antonio Carlos; MACHADO, Jair de Almeida. Futsal: metodologia e planejamento na infância e adolescência. Londrina: Midiograf, 2001.
HOYOS, Francisco Luque; TABERNERO, Francisco J.Luque. Futbol sala: apuntes de táctica. Madrid: Gymnos, 1995.
LEAL, Julio César. Futebol: arte e ofício. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
LUCENA, Ricardo. Futsal e a iniciação. Rio de Janeiro: Sprint, 1994.
MELO, Rogério Silva de. Futsal, 1000 exercícios. 2.ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
______, Rogério Silva de. Trabalhos técnicos para futebol. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.
MENEZES, Maurílio Fonseca. Futsal - aprimoramento técnico e tático. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.
MUTTI, Daniel. Futsal: da iniciação ao alto rendimento. 2.ed. São Paulo: Phorte, 2003.
PAULA, Cláudio Karam de. V Seminário internacional de esportes de quadra. Curitiba, 1996.
PINHEIRO, Marcelo Gomes. V Seminário internacional de esportes de quadra: futebol de salão – básico. Curitiba, 1996.
SAAD, Michel Angillo; COSTA, Claiton Frazzon. Futsal: movimentações defensivas e ofensivas. Florianópolis: BookStore, 2001.
SANTOS FILHO, José Laudier Antunes dos. A preparação física no futebol de salão. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
______, José Laudier Antunes dos. Manual de futsal. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
TEUNISSEN, Evert. El fútbol sala: técnica, táctica, entrenamiento, reglamento. 2.ed. Barcelona: Hispano Europea, 1997.
VIANA, Adalberto Riqueira; GUEDES, Dartagnan Pinto; LEITE, Paulo Fernando; COSTA, Ricardo Vivacqua. Futebol. Rio de Janeiro: Sprint, 1987.
VOSER, Rogério da Cunha. Iniciação ao futsal: uma abordagem recreativa. Porto Alegre: ULBRA, 1996.
______, Rogério da Cunha; GIUSTI, João Gilberto. O futsal e a escola: uma perspectiva pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
WEINECK, Erlangen J. Futebol total: o treinamento físico no futebol. Guarulhos: Phorte, 2000.
ZAMBERLAN, Elói. Handebol: escolar e de iniciação. Cambe: Imagem,1999.
Abraços !!!
domingo, 10 de outubro de 2010
Registro
Equipe vice-campeã dos JEPB 2010 (futsal infantil masculino). Embora o tão desejado título não veio (equipe perdeu a final nos penaltis), há de se registrar esta conquista inédita para a EEB Profª Áurea Perpétua Gomes.
Em pé (da esquerda para direita): Bruno (ala); Gabriel (gol); Júlio (fixo/ala); Matheus (fixo); Maykon (ala);
José (gol);
Agachados (da esquerda para direita): Lucas (fixo); Isaque (ala/pivo); Bertoto (pivo); João Pedro (pivo) e Elinton (fixo/ala).
* Ausente na foto o goleiro Felipe, que sofreu um acidente na véspera da semi-final, mas que, graças à DEUS, recupera-se bem.
A equipe é comandada por Vanderlei "vandeco" Wosniak.
Abraços !!!
Em pé (da esquerda para direita): Bruno (ala); Gabriel (gol); Júlio (fixo/ala); Matheus (fixo); Maykon (ala);
José (gol);
Agachados (da esquerda para direita): Lucas (fixo); Isaque (ala/pivo); Bertoto (pivo); João Pedro (pivo) e Elinton (fixo/ala).
* Ausente na foto o goleiro Felipe, que sofreu um acidente na véspera da semi-final, mas que, graças à DEUS, recupera-se bem.
A equipe é comandada por Vanderlei "vandeco" Wosniak.
Abraços !!!
II Campeonato Interno 2010
Terminou neste sábado (09/10) o II Campeonato Interno de Futsal, realizado com a participação dos alunos da EEB Profª Áurea Perpétua Gomes envolvidos no projeto de iniciação ao Futsal. Neste sábado, terminaram as competições das categorias pré-mirim e mirim. Na próxima semana, encerramento das categorias infantil e feminino (11 a 13 anos).
O projeto é realizado aos sábados, no Ginásio de Esportes da Sociedade Recreativa Cultural e Esportiva Salto do Norte. Ao todo, são mais de 70 crianças contempladas pelo projeto
Abaixo algumas fotos do momento em que os alunos receberam as medalhas.
O projeto é realizado aos sábados, no Ginásio de Esportes da Sociedade Recreativa Cultural e Esportiva Salto do Norte. Ao todo, são mais de 70 crianças contempladas pelo projeto
Abaixo algumas fotos do momento em que os alunos receberam as medalhas.
Estudos
3 METODOLOGIA
3.1 CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO
Para a elaboração do estudo, optou-se pela realização da pesquisa descritiva, que segundo autores como Cervo & Bervian (1996, pág. 49 ) e Rudio (2002, pág. 71) deve-se procurar observar, registrar, analisar e correlacionar fatos ou fenômenos (variáveis) sem interferir na realidade. Posteriormente, Rudio (2002, pág. 71) complementa que “a pesquisa descritiva preocupa-se em descobrir e observar fenômenos procurando descrevê-los, classificá-los e interpretá-los”.
Então, como instrumento de coleta de dados, será utilizada a observação sistemática juntamente com a apresentação de formulários, para análises específicas de cada objeto de estudo.
3.2 DESCRIÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
Com a recente historia do futsal feminino, realizou-se um estudo analítico descritivo do tema para obter dados que sirvam como subsidio para o planejamento dos treinamentos.
A competição foi composta por doze equipes, divididas em dois grupos, sorteados previamente. As duas melhores equipes de cada grupo se classificaram para a fase semi-final, tendo os confrontos definidos como: 1.º colocado vs. 2.º colocado. Os vencedores passaram para a final, e as duas outras equipes disputaram o 3.º e 4.º lugar.
Foram utilizados como amostra os jogos da equipe Unopar/Londrina na Taça Brasil Feminina de Futsal 2006, que se realizou na cidade de Goiania-GO em maio de 2006, sendo 6 jogos na fase de grupos e 2 na fase final.
3.3 ESTRATÉGIA PARA COLETA DE DADOS
Os jogos foram filmados em aberto, da arquibancada do ginásio. Foram utilizados, para a coleta de dados, uma filmadora e fitas compactas.
As filmagens foram convertidas em DVD e foram visualizados em um computador Pentium IV e um computador Pentium D. Para a transcrição de dados, foi utilizado uma planilha no programa Word 2003 e 2007 for windows.
3.4 ESTRATÉGIA PARA ANÁLISE DOS DADOS
Após a transcrição dos dados, a análise estatística foi executada no programa Word 2003 e Excel 2003 for Windows, através da estatística descritiva.
3.4.1 Tipos de Contra-Ataques
Os Contra-ataques estudados foram classificados em:
• 1 X G;
• 1 X 1;
• 2 X 1;
• 2 X 2;
• 3 X 1;
• 3 X 2;
• 3 X 3;
Seriam analisadas, também, as situações de 4 X 1,4 X 2, 4 X 3 e 4 X 4, porém, nas observações dos jogos da equipe estudada, não houve nenhuma ocorrência desse tipo de situação.
3.4.2 Atleta / Função
Assim que o contra-ataque fosse iniciado, anotou-se a atleta/função, que iniciou o CA, de acordo com Lucena (pág 80);
• Goleira: Responsável por defender o gol impedindo que a bola ultrapasse a linha de meta, podendo utilizar qualquer parte do corpo para exercer as açoes de defesa, tem como espaço de atuação a área de meta.
• Fixo: Tem como função básica coordenar as ações de defesa, de modo a impedir ou dificultar a utilização de manobras ofensivas por parte dos adversários, podendo atuar também ofensivamente em manobras articuladas pela sua equipe. Tem como espaço básico de atuação o centro de sua quadra defensiva.
• Alas Direita e Esquerda: Tem como função articular as ações ofensivas ligando a defesa ao ataque, tendo como espaço básico de atuação os espaços laterais da quadra compreendidas entre as linhas de fundo.
• Pivô: Tem como função distribuir as jogadas quando acionado ofensivamente, podendo exercer também as ações de finalização, tendo como espaço básico de atuação o meio de quadra ofensivo.
3.4.3 Situações de Contra-Ataque
Com a ocorrência do CA, anotou-se a situação que provocou o CA;
• Desarme;
• Falta;
• Tiro Lateral;
• Tiro de Canto e
• Defesa.
3.4.4 Resutados dos CA
Após o CA, verificou-se em que resultou o mesmo;
• Finalização para fora: Quando a finalização resultou em chute para fora, com ou sem o desvio da goleira;
• Finalização com defesa: Quando a finalização resultou em chute com defesa, total ou parcial (sem que a bola tenha saído da quadra de jogo) da goleira;
• Gol: quando toda a bola transpôs a largura da linha do gol inteiramente;
• Sem Finalização: Quando a equipe não conseguiu finalizar buscando o gol;
• CA do CA: Quando a equipe que esta contra atacando, perde a posse de bola, possibilitando assim que a equipe adversária usufrua do contra-ataque do contra-ataque.
3.4.5 Distribuição dos setores
A quadra de jogo foi dividida em três setores: duas alas e a parte central e separadas em setor ofensivo e defensivo de ataque. Sendo que no setor ofensivo e defensivo, houve uma subdivisão: 0-9 metros; 9 metros – até meia-quadra (Anexo B). A distribuição dos setores foi utilizada nas ocorrências de contra ataque.
Abraços!!!
3.1 CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO
Para a elaboração do estudo, optou-se pela realização da pesquisa descritiva, que segundo autores como Cervo & Bervian (1996, pág. 49 ) e Rudio (2002, pág. 71) deve-se procurar observar, registrar, analisar e correlacionar fatos ou fenômenos (variáveis) sem interferir na realidade. Posteriormente, Rudio (2002, pág. 71) complementa que “a pesquisa descritiva preocupa-se em descobrir e observar fenômenos procurando descrevê-los, classificá-los e interpretá-los”.
Então, como instrumento de coleta de dados, será utilizada a observação sistemática juntamente com a apresentação de formulários, para análises específicas de cada objeto de estudo.
3.2 DESCRIÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
Com a recente historia do futsal feminino, realizou-se um estudo analítico descritivo do tema para obter dados que sirvam como subsidio para o planejamento dos treinamentos.
A competição foi composta por doze equipes, divididas em dois grupos, sorteados previamente. As duas melhores equipes de cada grupo se classificaram para a fase semi-final, tendo os confrontos definidos como: 1.º colocado vs. 2.º colocado. Os vencedores passaram para a final, e as duas outras equipes disputaram o 3.º e 4.º lugar.
Foram utilizados como amostra os jogos da equipe Unopar/Londrina na Taça Brasil Feminina de Futsal 2006, que se realizou na cidade de Goiania-GO em maio de 2006, sendo 6 jogos na fase de grupos e 2 na fase final.
3.3 ESTRATÉGIA PARA COLETA DE DADOS
Os jogos foram filmados em aberto, da arquibancada do ginásio. Foram utilizados, para a coleta de dados, uma filmadora e fitas compactas.
As filmagens foram convertidas em DVD e foram visualizados em um computador Pentium IV e um computador Pentium D. Para a transcrição de dados, foi utilizado uma planilha no programa Word 2003 e 2007 for windows.
3.4 ESTRATÉGIA PARA ANÁLISE DOS DADOS
Após a transcrição dos dados, a análise estatística foi executada no programa Word 2003 e Excel 2003 for Windows, através da estatística descritiva.
3.4.1 Tipos de Contra-Ataques
Os Contra-ataques estudados foram classificados em:
• 1 X G;
• 1 X 1;
• 2 X 1;
• 2 X 2;
• 3 X 1;
• 3 X 2;
• 3 X 3;
Seriam analisadas, também, as situações de 4 X 1,4 X 2, 4 X 3 e 4 X 4, porém, nas observações dos jogos da equipe estudada, não houve nenhuma ocorrência desse tipo de situação.
3.4.2 Atleta / Função
Assim que o contra-ataque fosse iniciado, anotou-se a atleta/função, que iniciou o CA, de acordo com Lucena (pág 80);
• Goleira: Responsável por defender o gol impedindo que a bola ultrapasse a linha de meta, podendo utilizar qualquer parte do corpo para exercer as açoes de defesa, tem como espaço de atuação a área de meta.
• Fixo: Tem como função básica coordenar as ações de defesa, de modo a impedir ou dificultar a utilização de manobras ofensivas por parte dos adversários, podendo atuar também ofensivamente em manobras articuladas pela sua equipe. Tem como espaço básico de atuação o centro de sua quadra defensiva.
• Alas Direita e Esquerda: Tem como função articular as ações ofensivas ligando a defesa ao ataque, tendo como espaço básico de atuação os espaços laterais da quadra compreendidas entre as linhas de fundo.
• Pivô: Tem como função distribuir as jogadas quando acionado ofensivamente, podendo exercer também as ações de finalização, tendo como espaço básico de atuação o meio de quadra ofensivo.
3.4.3 Situações de Contra-Ataque
Com a ocorrência do CA, anotou-se a situação que provocou o CA;
• Desarme;
• Falta;
• Tiro Lateral;
• Tiro de Canto e
• Defesa.
3.4.4 Resutados dos CA
Após o CA, verificou-se em que resultou o mesmo;
• Finalização para fora: Quando a finalização resultou em chute para fora, com ou sem o desvio da goleira;
• Finalização com defesa: Quando a finalização resultou em chute com defesa, total ou parcial (sem que a bola tenha saído da quadra de jogo) da goleira;
• Gol: quando toda a bola transpôs a largura da linha do gol inteiramente;
• Sem Finalização: Quando a equipe não conseguiu finalizar buscando o gol;
• CA do CA: Quando a equipe que esta contra atacando, perde a posse de bola, possibilitando assim que a equipe adversária usufrua do contra-ataque do contra-ataque.
3.4.5 Distribuição dos setores
A quadra de jogo foi dividida em três setores: duas alas e a parte central e separadas em setor ofensivo e defensivo de ataque. Sendo que no setor ofensivo e defensivo, houve uma subdivisão: 0-9 metros; 9 metros – até meia-quadra (Anexo B). A distribuição dos setores foi utilizada nas ocorrências de contra ataque.
Abraços!!!
sábado, 9 de outubro de 2010
Estudos
2.8 SETORES DA QUADRA
Como já foi visto, quando a equipe se propõe a jogar no contra-ataque, é necessário estabelecer a forma de marcação a ser utilizada.
Uma das etapas é definir a partir de onde iniciar a marcação. Compartilhamos da classificação das “quatro linhas”, que vem sendo utilizada por diversos autores e treinadores. Esta classificação divide a quadra em:
a) Linha 1: também chamada “marcação pressão total”. Os jogadores devem ficar próximo aos adversários, próximo a área de meta adversária;
b) Linha 2: também conhecida como “marcação meia pressão”. O jogador que marca o adversário com posse de bola, aperta a marcação (pressão);
c) Linha 3: utiliza-se muito o termo “marcação meia-quadra”. Inicia-se a marcação próxima a linha central da quadra. Ao nosso ver, esta é a linha (ou setor) mais indicada para o jogo do contra-ataque, pois propicia um excelente espaço para realizar o contra-ataque, além de facilitar a cobertura;
d) Linha 4: realizada próxima à sua área de meta (nos primeiros 10m da quadra defensiva). Consideramos muito arriscado iniciar a marcação neste setor, pois o adversário está muito próximo ao gol. No entanto, pode ser uma opção interessante quando jogado em quadras grandes (acima dos 38m).
(SAAD e COSTA, p.12, 2001)
“Espera-se pelo adversário na parte central da quadra, concentrando o maior número de homens no campo de defesa. Indicada contra equipes velozes e para induzir o adversário ao erro e ao conseqüente contra-ataque”. (PINHEIRO, p.2, 1996)
Outra divisão (setores da quadra) importante, que merece ser considerada ocorre em relação as laterais e “corredor central” da quadra.
A orientação deve ser sempre, para que o atleta que esta marcando, procure induzir o adversário de posse da bola para as laterais. Citamos entre outros, dois motivos, que para nós são de suma importância.
1º reduz o ângulo de finalização do adversário, reduzindo o risco de sofrer o gol;
2º facilita a “dobra”, que se bem executada pode propiciar excelente situação de contra-ataque;
Abraços !!!
Como já foi visto, quando a equipe se propõe a jogar no contra-ataque, é necessário estabelecer a forma de marcação a ser utilizada.
Uma das etapas é definir a partir de onde iniciar a marcação. Compartilhamos da classificação das “quatro linhas”, que vem sendo utilizada por diversos autores e treinadores. Esta classificação divide a quadra em:
a) Linha 1: também chamada “marcação pressão total”. Os jogadores devem ficar próximo aos adversários, próximo a área de meta adversária;
b) Linha 2: também conhecida como “marcação meia pressão”. O jogador que marca o adversário com posse de bola, aperta a marcação (pressão);
c) Linha 3: utiliza-se muito o termo “marcação meia-quadra”. Inicia-se a marcação próxima a linha central da quadra. Ao nosso ver, esta é a linha (ou setor) mais indicada para o jogo do contra-ataque, pois propicia um excelente espaço para realizar o contra-ataque, além de facilitar a cobertura;
d) Linha 4: realizada próxima à sua área de meta (nos primeiros 10m da quadra defensiva). Consideramos muito arriscado iniciar a marcação neste setor, pois o adversário está muito próximo ao gol. No entanto, pode ser uma opção interessante quando jogado em quadras grandes (acima dos 38m).
(SAAD e COSTA, p.12, 2001)
“Espera-se pelo adversário na parte central da quadra, concentrando o maior número de homens no campo de defesa. Indicada contra equipes velozes e para induzir o adversário ao erro e ao conseqüente contra-ataque”. (PINHEIRO, p.2, 1996)
Outra divisão (setores da quadra) importante, que merece ser considerada ocorre em relação as laterais e “corredor central” da quadra.
A orientação deve ser sempre, para que o atleta que esta marcando, procure induzir o adversário de posse da bola para as laterais. Citamos entre outros, dois motivos, que para nós são de suma importância.
1º reduz o ângulo de finalização do adversário, reduzindo o risco de sofrer o gol;
2º facilita a “dobra”, que se bem executada pode propiciar excelente situação de contra-ataque;
Estes setores da quadra devem ser observados, de forma a reduzir a possibilidade de sucesso da equipe adversária e, criar os espaços necessários ao jogo do contra-ataque.
Abraços !!!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Estudos
2.7 DESARME
“Desarme é a técnica, que o jogador adquire, de impedir que o adversário progrida ou receba a bola em condições de levar perigo ao seu gol”. (MELO, p.68)
O desarme está inserido na marcação, e é fundamental para a obtenção do contra-ataque.
“Desarmar é o ato ou efeito de recuperar a bola, de toma-la do adversário, sendo uma conquista da marcação bem feita”. (LEAL, p.59)
De acordo com (TENROLER, p.89), na defesa o atleta deverá utilizar o corpo para:
“- bloquear a bola;
- lutar pela recuperação da bola;
- “atacar” constantemente seu oponente;
- dificultar ao máximo as ações de quem está com a bola;
- movimentar-se com rapidez;
- tentar deslocar o adversário para a lateral da quadra;
- estar pronto para contra atacar quando recuperar a bola.”
O contra-ataque é o prêmio da “boa defesa”. É comum observarmos equipes que aplicam uma marcação ativa e consistente, terem várias oportunidades de contra atacar.
“Desarmar é o ato ou efeito de recuperar a bola, de tomá-la do adversário, sendo uma conquista da marcação bem feita”. (LEAL, p.59)
Abraços !!!
“Desarme é a técnica, que o jogador adquire, de impedir que o adversário progrida ou receba a bola em condições de levar perigo ao seu gol”. (MELO, p.68)
O desarme está inserido na marcação, e é fundamental para a obtenção do contra-ataque.
“Desarmar é o ato ou efeito de recuperar a bola, de toma-la do adversário, sendo uma conquista da marcação bem feita”. (LEAL, p.59)
De acordo com (TENROLER, p.89), na defesa o atleta deverá utilizar o corpo para:
“- bloquear a bola;
- lutar pela recuperação da bola;
- “atacar” constantemente seu oponente;
- dificultar ao máximo as ações de quem está com a bola;
- movimentar-se com rapidez;
- tentar deslocar o adversário para a lateral da quadra;
- estar pronto para contra atacar quando recuperar a bola.”
O contra-ataque é o prêmio da “boa defesa”. É comum observarmos equipes que aplicam uma marcação ativa e consistente, terem várias oportunidades de contra atacar.
“Desarmar é o ato ou efeito de recuperar a bola, de tomá-la do adversário, sendo uma conquista da marcação bem feita”. (LEAL, p.59)
Abraços !!!
VALEU!!
Equipe do "Col Áurea P. Gomes" jogou bem, empatou no tempo normal (2 a 2) e na prorrogação, mas acabou sendo derrotada pelo Col Shalom na disputa por penaltis.
Apesar das dificuldades de enfrentar um adversário que jogou todo o tempo na defesa, buscando somente os contra-ataques, a equipe do "Col Áurea P. Gomes" criou diversas oportunidades de matar o jogo. Só na prorrogação foram três chances claras.
Parabéns aos atletas que, com muita determinação colocaram a escola no pódio.
A equipe:
01 - Gabriel Ramos
10 - Julio Feldmann
05 - Elinton Buchinger
11 - Maykon Natal
08 - Bruno dos Santos
07 - Matheus Pereira
14 - Isaque Tobia
02 - João P Nascimento
06 - Lucas Dalri
04 - Jose Turatto
13 - Gabriel Bertoto
16 - Felipe Rosa
Téc.: Vandeco
A campanha:
"EEB Áurea Perpétua Gomes" 01 x 00 Max Tavares d´Amaral
Áurea Perpétua Gomes 02 x 01 Caic
Áurea Perpétua Gomes 04 x 01 Pedro I
Áurea Perpétua Gomes 05 x 02 Duque de Caxias
Áurea Perpétua Gomes 04 x 01 Leoberto Leal - quartas-de-final
Áurea Perpétua Gomes 06 x 03 Caic (quartas-de-final)
Áurea Perpétua Gomes 03 x 02 Hercílio Deeke (semi-final)
Áurea Perpétua Gomes 02 x 02 Shalom (FINAL)
nos penaltis 01 x 03
** 30 equipes participaram da competição.Abraços !!!
Apesar das dificuldades de enfrentar um adversário que jogou todo o tempo na defesa, buscando somente os contra-ataques, a equipe do "Col Áurea P. Gomes" criou diversas oportunidades de matar o jogo. Só na prorrogação foram três chances claras.
Parabéns aos atletas que, com muita determinação colocaram a escola no pódio.
A equipe:
01 - Gabriel Ramos
10 - Julio Feldmann
05 - Elinton Buchinger
11 - Maykon Natal
08 - Bruno dos Santos
07 - Matheus Pereira
14 - Isaque Tobia
02 - João P Nascimento
06 - Lucas Dalri
04 - Jose Turatto
13 - Gabriel Bertoto
16 - Felipe Rosa
Téc.: Vandeco
A campanha:
"EEB Áurea Perpétua Gomes" 01 x 00 Max Tavares d´Amaral
Áurea Perpétua Gomes 02 x 01 Caic
Áurea Perpétua Gomes 04 x 01 Pedro I
Áurea Perpétua Gomes 05 x 02 Duque de Caxias
Áurea Perpétua Gomes 04 x 01 Leoberto Leal - quartas-de-final
Áurea Perpétua Gomes 06 x 03 Caic (quartas-de-final)
Áurea Perpétua Gomes 03 x 02 Hercílio Deeke (semi-final)
Áurea Perpétua Gomes 02 x 02 Shalom (FINAL)
nos penaltis 01 x 03
** 30 equipes participaram da competição.Abraços !!!
NA FINAL
Equipe mostrou muita raça, e venceu o colégio "Hercílo Deeke" 3 a 2, mesmo depois de estar perdendo por 2 a 0. Foi um jogo bastante aberto, com várias oportunidades de gol de ambas as equipes.
EEB Profª Áurea Perpétua Gomes 3 x 2 EEB Hercílio Deeke
A final acontece as 15:45h, contra o Col Shalom, que venceu a EBM Lucio Esteves por 2 a 1.
Abraços !!!
EEB Profª Áurea Perpétua Gomes 3 x 2 EEB Hercílio Deeke
A final acontece as 15:45h, contra o Col Shalom, que venceu a EBM Lucio Esteves por 2 a 1.
Abraços !!!
Liga Futsal 2010
Malwee/Cimed e Carlos Barbosa irão reeditar a final do ano passado, porém neste ano o confronto ocorre na fase semi-final.
Na outra semi-final, a equipe do SCaetano/Corinthians/Unip aguarda o vencedor do confronto entre Intelli/Orlandia e Copagril/Faville/DalPonte.
Abraços !!!
Na outra semi-final, a equipe do SCaetano/Corinthians/Unip aguarda o vencedor do confronto entre Intelli/Orlandia e Copagril/Faville/DalPonte.
Abraços !!!
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