2.6 A MARCAÇÃO
“A marcação é a ação de impedir que o adversário receba a bola ou que o mesmo progrida pelo espaço de jogo”. (VOSER, p.23)
Para que haja contra-ataque, a equipe precisa recuperar a posse de bola, e a forma mais eficiente de atingir este objetivo é através de uma eficiente marcação.
COSTA (p.59,2003) classifica a marcação como “ato de evitar a progressão do adversário com a bola ou evitar que o adversário receba em condições de progredir na quadra de jogo.”
ANDRADE JUNIOR afirma que “a marcação no Futsal é muito importante no conteúdo de jogo uma equipe, pois ela tem o objetivo de impedir as ações ofensivas da equipe adversária.”
Ainda, segundo Apolo (1995) apud Voser (2001, p.73),
“ em decorrência do espaço de jogo do futsal ser bastante reduzido, ocorre marcação, constantemente, nas movimentações de uma partida, o que leva os salonistas a dizerem que “uma boa defesa é o melhor ataque”.
Compartilhamos do pensamento destes autores, pois consideramos que uma equipe vencedora deve saber atuar tão bem sem a posse de bola, quanto de posse da mesma.
Como temos convicção que no futsal as coisas não acontecem por acaso, a marcação também precisa ser treinada exaustivamente.
Assim como na realização do contra-ataque, na marcação também devemos respeitar alguns princípios, baseado em (SANTANA, 2004) são eles:
a) estar em equilíbrio;
b) visão periférica;
c) colocar-se próximo ao adversário;
d) ter percepção espaço-temporal;
e) não fixar o olho somente na bola;
f) manter os joelhos semi-flexionados;
g) entre outros.
“Quando os atacantes trocam muito de posição, causam dificuldades para a defesa. Neste caso, a atenção dos defensores deve ser constante, exigindo-se grande entrosamento entre eles.” (FERNANDES, José Luis. P. 84)
Podemos considerar que a marcação está sendo bem executada quando a equipe adversária não oferece perigo de gol.
MUTTI (p.259, 2003) cita que
“uma marcação perfeita é composta por quatro fases:
1a Não chutar a gol;
2a Não deixar o atacante receber e/ou dominar a bola;
3a Não deixar a bola passar da defesa para o ataque;
4a Não deixar que os oponentes façam o passe para frente.”
(TENROLER, p.89) cita que
“os princípios básicos do jogador na defesa são:
- o defensor deverá ficar entre o seu oponente direto e a baliza;
- não deverá perder de vista a trajetória da bola nem de seu oponente;
- ocupar espaços vazios deixados pelo colega de defesa;
- orientar-se conforme o seu oponente. É importante conhecer as principais habilidades do adversário.”
Outro fator importante a ser considerado é o esquema de marcação. De acordo com SAAD (1997) e MUTTI (1999), entre outros, os sistemas de marcação classificam-se em:
• marcação individual;
• marcação por zona;
• marcação mista.
Ainda, apoiados em SAAD (1997) e MUTTI (1999) podemos dizer que na marcação individual cada atleta é responsável pela marcação de um adversário.
Já na marcação por zona, divide-se a quadra em setores (zona), e cada atleta fica responsável por determinado espaço. A marcação mista combina os dois sistemas.
Além desta classificação, diversos autores, dentre eles destacamos SANTANA (2004) e MUTTI (1999) , ainda acrescentam alguns para a forma/intensidade como se vai marcar:
• marcação pressão ou linha 1;
• marcação meia-pressão ou linha 2;
• marcação meia-quadra ou linha 3;
• marcação próxima aos 10m ou linha 4.
De acordo com MUTTI (p.187, 2003),
“o sistema de marcação por zona é muito vantajoso, pois favorece a cobertura defensiva, tornando a marcação altamente eficaz, além de ser propícia aos contra-ataques toda vez que a bola é tomada do adversário.”
Não nos aprofundaremos nestas classificações, pois nosso objeto de estudo é o contra-ataque. O importante é termos consciência que um bom contra-ataque inicia com uma marcação eficiente.
No entanto, ressaltamos que conhecer as vantagens e desvantagens de cada esquema é muito importante. Não adianta o treinador querer que sua equipe utilize a marcação pressão se seus atletas não possuírem um excelente condicionamento físico.
Outro detalhe, se a proposta for jogar no contra-ataque, não deve-se esquecer que a marcação precisa de determinado espaço na quadra para efetuar o contra-ataque.
Abraços !!!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
JEPB - fase final
Na semi-final
Infantil masculino teve atuação impecável, vencendo o "CAIC" por 6 a 3 e avançando às semi-finais.
O adversário será o colégio "Hercílo Deeke" que venceu o "Bom Jesus" por 1 a 0.
O jogo foi eletrizante, com grandes momentos de ambas as equipes. O CAIC abriu o marcador logo no início. A equipe do Col. "ÁUREA P GOMES" não se abateu e virou o marcador para 4 a 1.
A partir daí, o jogo tornou-se dramático... com a equipe do CAIC utilizando o goleiro-linha, o placar chegou a 4 a 3. Em dois desarmes, a equipe do "ÁUREA" definiu o placar:
EEB Profª Áurea Perpétua Gomes 6 x 3 EBM CAIC
As semi-finais ocorrem no complexo esportivo do SESI, na próxima sexta-feira (08/10) as 8:45h e 9:30h.
A final acontece as 15:45h.
Abraços !!!
Infantil masculino teve atuação impecável, vencendo o "CAIC" por 6 a 3 e avançando às semi-finais.
O adversário será o colégio "Hercílo Deeke" que venceu o "Bom Jesus" por 1 a 0.
O jogo foi eletrizante, com grandes momentos de ambas as equipes. O CAIC abriu o marcador logo no início. A equipe do Col. "ÁUREA P GOMES" não se abateu e virou o marcador para 4 a 1.
A partir daí, o jogo tornou-se dramático... com a equipe do CAIC utilizando o goleiro-linha, o placar chegou a 4 a 3. Em dois desarmes, a equipe do "ÁUREA" definiu o placar:
EEB Profª Áurea Perpétua Gomes 6 x 3 EBM CAIC
As semi-finais ocorrem no complexo esportivo do SESI, na próxima sexta-feira (08/10) as 8:45h e 9:30h.
A final acontece as 15:45h.
Abraços !!!
Estudos
2.5 CLASSIFICAÇÃO DO CONTRA-ATAQUE
Já vimos que o contra-ataque conceitua-se como uma;
“saída rápida da defesa para o ataque, aproveitando o momento de desarticulação do adversário (posicionamento), na qual não teve tempo de recompor a defesa, tendo como objetivo principal chegar ao gol adversário.” (CASTRO, 2006)
Interessa-nos neste capítulo, estudar como ocorre o contra-ataque. Já que sabemos que o contra-ataque é construído a partir do ataque adversário, precisamos agora classificá-los.
Inicialmente, vamos classificar os contra-ataques em relação as situações que lhe dão origem. Os contra-ataques podem ocorrer de:
• Falta: muitas vezes a equipe tem uma oportunidade de trabalhar uma “bola parada”, próxima ao gol a,dversário e, devido a um passe mal feito ou um deslocamento errado, acaba entregando a bola ao adversário e proporcionando um contra-ataque muitas vezes fatal;
• Tiro de canto: em menor proporção que nas faltas, porém, muitas vezes observamos equipes sem criatividade repetirem muitas vezes a mesma jogada, o que facilita a marcação adversária;
• Tiro lateral: esta é uma das situações preferidas dos “entregadores de pizza”. Esta é uma situação onde jogadores irresponsáveis, na pressa e com baixa concentração entregam a bola no pé do adversário.
Até aqui, citamos os contra-ataques originados de bola parada, o que estatisticamente é minoria. O grande percentual de contra-ataques ocorre a partir das situações abaixo relacionadas:
• Após finalização: equipes bem treinadas para o contra-ataque e com goleiros que possuem boa reposição, criam excelentes contra-ataques após a finalização sem sucesso do adversário;
• Após desarme: equipes que tem o contra-ataque como característica de jogo, praticam uma marcação ativa, o que proporciona muitos desarmes;
• Interceptação do passe: outra situação muito presente no jogo. Equipes que possuem boa marcação freqüentemente interceptam passes mal feitos. Além disso, quando a equipe possui uma marcação ativa, é comum ocorrer de o atleta, para evitar o desarme, realizar o passe sob pressão, o que faz com que o passe perca qualidade, proporcionando que a outra equipe “roube a bola”.
2.5.1 O Contra-Ataque Seletivo
Para que entendamos o que é contra-ataque seletivo, fez-se necessário, antes, definirmos ataque seletivo.
Para Santana (2004; pg. 68) é um ataque que organiza com o objetivo de impedir o contra-ataque adversário. É um ataque que não tem pressa para terminar, mantendo a posse de bola com nossa equipe. Busca a finalização. Mesmo que a meta não seja atingida, inicia, a partir daí uma marcação equilibrada. Selecionar o ataque é objetivo de toda equipe, ainda que, muitas vezes, não seja possível.
Baseados em Santana (2004), o contra-ataque seletivo consiste na saída rápida da defesa para o ataque de forma organizada, ou seja, em vantagem, igualdade ou inferioridade numérica, buscando a finalização. Entretanto, possui o objetivo de continuar com a posse de bola ou ainda, reduzir os riscos de um possível contra atacar do contra-ataque em caso de não finalizar a meta adversária, isto é, conseguindo manter em equilíbrio a nossa defesa.
Um contra-ataque seletivo bem realizado acontece quando a equipe contra ataca seguindo os princípios do jogo de contra-ataque acima citado, segundo Santana (2004).
Abraços !!!
Já vimos que o contra-ataque conceitua-se como uma;
“saída rápida da defesa para o ataque, aproveitando o momento de desarticulação do adversário (posicionamento), na qual não teve tempo de recompor a defesa, tendo como objetivo principal chegar ao gol adversário.” (CASTRO, 2006)
Interessa-nos neste capítulo, estudar como ocorre o contra-ataque. Já que sabemos que o contra-ataque é construído a partir do ataque adversário, precisamos agora classificá-los.
Inicialmente, vamos classificar os contra-ataques em relação as situações que lhe dão origem. Os contra-ataques podem ocorrer de:
• Falta: muitas vezes a equipe tem uma oportunidade de trabalhar uma “bola parada”, próxima ao gol a,dversário e, devido a um passe mal feito ou um deslocamento errado, acaba entregando a bola ao adversário e proporcionando um contra-ataque muitas vezes fatal;
• Tiro de canto: em menor proporção que nas faltas, porém, muitas vezes observamos equipes sem criatividade repetirem muitas vezes a mesma jogada, o que facilita a marcação adversária;
• Tiro lateral: esta é uma das situações preferidas dos “entregadores de pizza”. Esta é uma situação onde jogadores irresponsáveis, na pressa e com baixa concentração entregam a bola no pé do adversário.
Até aqui, citamos os contra-ataques originados de bola parada, o que estatisticamente é minoria. O grande percentual de contra-ataques ocorre a partir das situações abaixo relacionadas:
• Após finalização: equipes bem treinadas para o contra-ataque e com goleiros que possuem boa reposição, criam excelentes contra-ataques após a finalização sem sucesso do adversário;
• Após desarme: equipes que tem o contra-ataque como característica de jogo, praticam uma marcação ativa, o que proporciona muitos desarmes;
• Interceptação do passe: outra situação muito presente no jogo. Equipes que possuem boa marcação freqüentemente interceptam passes mal feitos. Além disso, quando a equipe possui uma marcação ativa, é comum ocorrer de o atleta, para evitar o desarme, realizar o passe sob pressão, o que faz com que o passe perca qualidade, proporcionando que a outra equipe “roube a bola”.
2.5.1 O Contra-Ataque Seletivo
Para que entendamos o que é contra-ataque seletivo, fez-se necessário, antes, definirmos ataque seletivo.
Para Santana (2004; pg. 68) é um ataque que organiza com o objetivo de impedir o contra-ataque adversário. É um ataque que não tem pressa para terminar, mantendo a posse de bola com nossa equipe. Busca a finalização. Mesmo que a meta não seja atingida, inicia, a partir daí uma marcação equilibrada. Selecionar o ataque é objetivo de toda equipe, ainda que, muitas vezes, não seja possível.
Baseados em Santana (2004), o contra-ataque seletivo consiste na saída rápida da defesa para o ataque de forma organizada, ou seja, em vantagem, igualdade ou inferioridade numérica, buscando a finalização. Entretanto, possui o objetivo de continuar com a posse de bola ou ainda, reduzir os riscos de um possível contra atacar do contra-ataque em caso de não finalizar a meta adversária, isto é, conseguindo manter em equilíbrio a nossa defesa.
Um contra-ataque seletivo bem realizado acontece quando a equipe contra ataca seguindo os princípios do jogo de contra-ataque acima citado, segundo Santana (2004).
Abraços !!!
Decisão
Equipe Infantil Masculino tem jogo decisivo na tarde de hoje. ÁUREA P. GOMES e Caic voltam a se encontrar na competição, desta vez valendo vaga nas semi-finais.
Na 1ª fase, a equipe venceu por 2 a 1, de virada, em jogo muito equilibrado.
A equipe vai à quadra com: Gabriel, Julio, Elinton, Pardal, Bruno, Isaque, Matheus, João Pedro, Lucas, Bertoto, José e Felipe.
Na última partida diante do Shalom, a equipe permitiu uma série de contra-ataques e acabou goleada.
Afim de corrigir os erros, a equipe realiza treino na parte da manhã.
Abraços !!!
Na 1ª fase, a equipe venceu por 2 a 1, de virada, em jogo muito equilibrado.
A equipe vai à quadra com: Gabriel, Julio, Elinton, Pardal, Bruno, Isaque, Matheus, João Pedro, Lucas, Bertoto, José e Felipe.
Na última partida diante do Shalom, a equipe permitiu uma série de contra-ataques e acabou goleada.
Afim de corrigir os erros, a equipe realiza treino na parte da manhã.
Abraços !!!
Estudos
2.4 PRINCÍPIOS DO CONTRA-ATAQUE
Como citado anteriormente, o contra-ataque deve ser treinado constantemente. Uma equipe que deseja ter um contra-ataque eficiente, não pode se limitar a marcar bem, desarmar o adversário e, quando está com a posse de bola depender exclusivamente da criatividade dos jogadores.
Jogar no contra-ataque pressupõe alguns princípios, que devem ser assimilados por toda a equipe. Estes princípios devem estar inseridos no treinamento, fazer parte do dia-a-dia da equipe e, os atletas precisam ter consciência de que são estes princípios que sustentarão o sucesso do contra-ataque.
Segundo (SANTANA, p.81,2004);
“são cinco os princípios que definem um contra-ataque de qualidade:
a) velocidade e criatividade do condutor;
b) passe de precisão que vence o marcador;
c) opção de segundo passe;
d) quem ataca se preocupa em defender;
e) goleiro adiantado.”
Destacaríamos ainda um sexto princípio, que consideramos indispensável a toda equipe que queira utilizar o contra-ataque:
• “paciência, para jogar sem a bola.”
Destaca Amorim (2003) que “[...] o melhor ataque é a defesa”. Desta forma, quero enfatizar cada vez mais a importância de se jogar com um sistema defensivo sólido e consistente.
Optar por priorizar o contra-ataque caracteriza-se em atuar a maior parte do jogo sem a posse de bola. É a constante posse de bola do adversário, sem conseguir atingir seu objetivo – o gol – que proporcionará o tão almejado contra-ataque. A falsa sensação de grande superioridade, de estar com o jogo sob controle, de “a qualquer momento faremos o gol”; tende a proporcionar um relaxamento, uma queda na concentração, o que pode ser fatal.
Outras equipes querem resolver rapidamente a partida, atiram-se ao ataque sem a devida preocupação com a marcação. Estas equipes, quando enfrentam um adversário que possui um bom contra-ataque, são constantemente surpreendidos.
Priorizar ou não o contra-ataque é escolha de cada equipe, mas ressaltamos que estes seis princípios merecem ser considerados na elaboração do mesmo.
Abraços !!!
Como citado anteriormente, o contra-ataque deve ser treinado constantemente. Uma equipe que deseja ter um contra-ataque eficiente, não pode se limitar a marcar bem, desarmar o adversário e, quando está com a posse de bola depender exclusivamente da criatividade dos jogadores.
Jogar no contra-ataque pressupõe alguns princípios, que devem ser assimilados por toda a equipe. Estes princípios devem estar inseridos no treinamento, fazer parte do dia-a-dia da equipe e, os atletas precisam ter consciência de que são estes princípios que sustentarão o sucesso do contra-ataque.
Segundo (SANTANA, p.81,2004);
“são cinco os princípios que definem um contra-ataque de qualidade:
a) velocidade e criatividade do condutor;
b) passe de precisão que vence o marcador;
c) opção de segundo passe;
d) quem ataca se preocupa em defender;
e) goleiro adiantado.”
Destacaríamos ainda um sexto princípio, que consideramos indispensável a toda equipe que queira utilizar o contra-ataque:
• “paciência, para jogar sem a bola.”
Destaca Amorim (2003) que “[...] o melhor ataque é a defesa”. Desta forma, quero enfatizar cada vez mais a importância de se jogar com um sistema defensivo sólido e consistente.
Optar por priorizar o contra-ataque caracteriza-se em atuar a maior parte do jogo sem a posse de bola. É a constante posse de bola do adversário, sem conseguir atingir seu objetivo – o gol – que proporcionará o tão almejado contra-ataque. A falsa sensação de grande superioridade, de estar com o jogo sob controle, de “a qualquer momento faremos o gol”; tende a proporcionar um relaxamento, uma queda na concentração, o que pode ser fatal.
Outras equipes querem resolver rapidamente a partida, atiram-se ao ataque sem a devida preocupação com a marcação. Estas equipes, quando enfrentam um adversário que possui um bom contra-ataque, são constantemente surpreendidos.
Priorizar ou não o contra-ataque é escolha de cada equipe, mas ressaltamos que estes seis princípios merecem ser considerados na elaboração do mesmo.
Abraços !!!
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Estudos
2.3 O JOGO DO CONTRA-ATAQUE
No futsal moderno, com a constante evolução dos sistemas de marcação, é comum encontrarmos equipes de excelente nível, transformarem o contra-ataque em filosofia de jogo.
“Contra-ataque é essência do jogo de futsal e deve ser bastante treinado. Para sua realização é importante que os atletas tenham velocidade na execução, passe “perfeito” , objetivo e definição, pois um contra-ataque mal executado, em que se perde a posse de bola, dará chance á equipe adversária de fazer o contra-ataque do contra-ataque que quase sempre é fatal. As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.94, 1999)
“As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.24, 1999)
Isto não quer dizer que a equipe que opte por priorizar o jogo de contra-ataque, seja uma equipe que jogue na defesa. Um bom contra-ataque deve ser induzido, sendo que equipe deva estar preparada para explorá-lo da maneira mais eficiente possível.
“O contra-ataque é um elemento técnico-tático, de caráter ofensivo, que consiste na saída rápida da defesa para o ataque, com a finalidade de surpreender o adversário”. (VOSER e GIUSTI, P.87, 2002)
Jogar no contra-ataque com eficiência exige qualidade, apoiando-se em (Santana, 2004), destacamos:
• passes precisos;
• tempo certo de deslocamento do jogador e da bola;
• conclusão a gol próximo da área adversária e;
• realizar a cobertura, são pré-requisitos de um bom contra-ataque.
Quando se consegue reunir estas qualidades, tem-se no mínimo uma equipe competitiva, objetiva e com grandes possibilidades de sucesso.
“As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.24, 1999) foi p cima
Segundo Saad (1999, p.76)
[...] o contra-ataque caracteriza-se pela superioridade numérica do ataque sobre a defesa adversária. Assim, a vantagem numérica leva a uma grande oportunidade dce fazer o gol de contra-ataque, sendo este realizado com velocidade e oportunismo. Um contra-ataque feito de modo errado pode oportunizar que o adversário realize um contra-ataque ainda mais perigoso.
No entanto, os atletas precisam estar comprometidos com a estratégia, e devem treiná-la exaustivamente. Os atletas devem conhecer os setores da quadra mais indicados para realizar o contra-ataque, ter capacidade de induzir o adversário ao jogo de contra-ataque, e após o desarme da equipe adversária, ser objetivo e veloz, aproveitando o desequilíbrio momentâneo do adversário”.
Jogar no contra-ataque, como o próprio nome diz, sugere a idéia de se construir o ataque a partir do ataque adversário. ” (SANTANA, p.83, 2004)
“É a passagem rápida da defesa para o ataque, com o envolvimento de um ou mais jogadores, para obter a marcação de um gol. É a ação de passar rapidamente da defesa para o ataque.” (ZAMBERLAN, p.176, 1999)
Abraços !!!
No futsal moderno, com a constante evolução dos sistemas de marcação, é comum encontrarmos equipes de excelente nível, transformarem o contra-ataque em filosofia de jogo.
“Contra-ataque é essência do jogo de futsal e deve ser bastante treinado. Para sua realização é importante que os atletas tenham velocidade na execução, passe “perfeito” , objetivo e definição, pois um contra-ataque mal executado, em que se perde a posse de bola, dará chance á equipe adversária de fazer o contra-ataque do contra-ataque que quase sempre é fatal. As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.94, 1999)
“As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.24, 1999)
Isto não quer dizer que a equipe que opte por priorizar o jogo de contra-ataque, seja uma equipe que jogue na defesa. Um bom contra-ataque deve ser induzido, sendo que equipe deva estar preparada para explorá-lo da maneira mais eficiente possível.
“O contra-ataque é um elemento técnico-tático, de caráter ofensivo, que consiste na saída rápida da defesa para o ataque, com a finalidade de surpreender o adversário”. (VOSER e GIUSTI, P.87, 2002)
Jogar no contra-ataque com eficiência exige qualidade, apoiando-se em (Santana, 2004), destacamos:
• passes precisos;
• tempo certo de deslocamento do jogador e da bola;
• conclusão a gol próximo da área adversária e;
• realizar a cobertura, são pré-requisitos de um bom contra-ataque.
Quando se consegue reunir estas qualidades, tem-se no mínimo uma equipe competitiva, objetiva e com grandes possibilidades de sucesso.
“As equipes que conseguem ter um bom contra-ataque dificilmente perdem seus jogos”. (ANDRADE JUNIOR, p.24, 1999) foi p cima
Segundo Saad (1999, p.76)
[...] o contra-ataque caracteriza-se pela superioridade numérica do ataque sobre a defesa adversária. Assim, a vantagem numérica leva a uma grande oportunidade dce fazer o gol de contra-ataque, sendo este realizado com velocidade e oportunismo. Um contra-ataque feito de modo errado pode oportunizar que o adversário realize um contra-ataque ainda mais perigoso.
No entanto, os atletas precisam estar comprometidos com a estratégia, e devem treiná-la exaustivamente. Os atletas devem conhecer os setores da quadra mais indicados para realizar o contra-ataque, ter capacidade de induzir o adversário ao jogo de contra-ataque, e após o desarme da equipe adversária, ser objetivo e veloz, aproveitando o desequilíbrio momentâneo do adversário”.
Jogar no contra-ataque, como o próprio nome diz, sugere a idéia de se construir o ataque a partir do ataque adversário. ” (SANTANA, p.83, 2004)
“É a passagem rápida da defesa para o ataque, com o envolvimento de um ou mais jogadores, para obter a marcação de um gol. É a ação de passar rapidamente da defesa para o ataque.” (ZAMBERLAN, p.176, 1999)
Abraços !!!
JEPB
Mirim fica em 3º lugar
Equipe joga mal, perde a semi-final e fica com a 3ª colocação.
SF 1 : EBM Visconde de Taunay 0 x 1 EBM Leoberto Leal
SF 2 : EBM Francisco Lanser 2 x 0 EEB Áurea P. Gomes
3º/4º : EBM Visconde de Taunay 0 x 1 EEB Áurea P. Gomes
1º/2º : EBM Francisco Lanser 2 x 0 EBM Leoberto Leal
1º lugar: EBM Francisco Lanser
2º lugar: EBM Leoberto Leal
3º lugar: EEB Áurea P. Gomes
4º lugar: EBM Visconde de Taunay
A equipe:
11 Eula
07 Cíntia
05 Camila
10 Patícia
09 Mayla
02 Talita
04 Hainá
13 Cecille
Abraços !!!
Equipe joga mal, perde a semi-final e fica com a 3ª colocação.
SF 1 : EBM Visconde de Taunay 0 x 1 EBM Leoberto Leal
SF 2 : EBM Francisco Lanser 2 x 0 EEB Áurea P. Gomes
3º/4º : EBM Visconde de Taunay 0 x 1 EEB Áurea P. Gomes
1º/2º : EBM Francisco Lanser 2 x 0 EBM Leoberto Leal
1º lugar: EBM Francisco Lanser
2º lugar: EBM Leoberto Leal
3º lugar: EEB Áurea P. Gomes
4º lugar: EBM Visconde de Taunay
A equipe:
11 Eula
07 Cíntia
05 Camila
10 Patícia
09 Mayla
02 Talita
04 Hainá
13 Cecille
Abraços !!!
domingo, 3 de outubro de 2010
Estudos
2.2 DEFINIÇÃO TÁTICA DEFENSIVA
A tática defensiva segundo Bello Junior (1998, p.115) “[...] é caracterizada pela precaução. Deverá ser usada quando não conhecemos o adversário, ou sabemos que o adversário é superior tecnicamente. Podemos ainda fazer o jogo de defesa, quando queremos usar o contra-ataque como uma arma de jogo”.
Assim, Fonseca (1997,p.49) instrui que
[...] todo sistema defensivo depende da marcação individual de cada jogador, pois o sistema defensivo parte da individualidade para o coletivo (...) a marcação parte de uma individualidade do atleta e tem que ser primeiramente trabalhada de forma individual para depois entrarmos em uma forma coletiva (...), pois a equipe bem estruturada defensivamente dificilmente ficará em desvantagem no placar”.
Voser (2001, p.73) ainda diz existir
[...] quem afirme que o melhor ataque começa por uma boa defesa. Esta afirmação é positiva, na medida que as principais situações no ataque no jogo derivam de um erro do adversário e de bolas roubadas na marcação, onde são realizados os contra-ataques”.
Mutti (2003, p.180), ilustra que “ [...] podemos definir sistema como a colocação dos jogadores em quadra com o objetivo de anular as manobras ofensivas da equipe adversária, e confundir seus dispositivos defensivos para marcar o gol”.
A defesa (sistema) de uma equipe é a posição dos atletas em quadra com o objetivo de impedir as manobras ofensivas do adversário e os gols. Os elementos táticos como tipos de marcação, linhas defensivas e manobras defensivas tornam defesa ajustada.
Abraços !!!
A tática defensiva segundo Bello Junior (1998, p.115) “[...] é caracterizada pela precaução. Deverá ser usada quando não conhecemos o adversário, ou sabemos que o adversário é superior tecnicamente. Podemos ainda fazer o jogo de defesa, quando queremos usar o contra-ataque como uma arma de jogo”.
Assim, Fonseca (1997,p.49) instrui que
[...] todo sistema defensivo depende da marcação individual de cada jogador, pois o sistema defensivo parte da individualidade para o coletivo (...) a marcação parte de uma individualidade do atleta e tem que ser primeiramente trabalhada de forma individual para depois entrarmos em uma forma coletiva (...), pois a equipe bem estruturada defensivamente dificilmente ficará em desvantagem no placar”.
Voser (2001, p.73) ainda diz existir
[...] quem afirme que o melhor ataque começa por uma boa defesa. Esta afirmação é positiva, na medida que as principais situações no ataque no jogo derivam de um erro do adversário e de bolas roubadas na marcação, onde são realizados os contra-ataques”.
Mutti (2003, p.180), ilustra que “ [...] podemos definir sistema como a colocação dos jogadores em quadra com o objetivo de anular as manobras ofensivas da equipe adversária, e confundir seus dispositivos defensivos para marcar o gol”.
A defesa (sistema) de uma equipe é a posição dos atletas em quadra com o objetivo de impedir as manobras ofensivas do adversário e os gols. Os elementos táticos como tipos de marcação, linhas defensivas e manobras defensivas tornam defesa ajustada.
Abraços !!!
JEPB - fase final
Nesta semana acontecerá as decisões do futsal.
Apesar do Infantil Feminino ser eliminado na 2ª fase (ficando em 6º lugar), as equipes do Mirim Feminino e do Infantil Masculino seguem firme na disputa pelo título. Segue abaixo a programação das equipes:
04/10 - segunda-feira
06:30h - saída em frente a escola MIRIM FEMININO
08:30h - semi-final MIRIM FEMININO : ÁUREA x 2º colocado grupo A
13:30h - decisão de 3º lugar MIRIM FEMININO
14:15h - final MIRIM FEMININO
05/10 - terça-feira
14:00h - saída em frente a escola INFANTIL MASCULINO
15:45h - quartas-de-final INFANTIL MASCULINO : ÁUREA x 1º colocado grupo C
08/10 -sexta-feira
09:15h - semi-final INFANTIL MASCULINO
15:00h - decisão de 3º lugar INFANTIL MASCULINO
15:45h - final INFANTIL MASCULINO
Abraços !!!
Apesar do Infantil Feminino ser eliminado na 2ª fase (ficando em 6º lugar), as equipes do Mirim Feminino e do Infantil Masculino seguem firme na disputa pelo título. Segue abaixo a programação das equipes:
04/10 - segunda-feira
06:30h - saída em frente a escola MIRIM FEMININO
08:30h - semi-final MIRIM FEMININO : ÁUREA x 2º colocado grupo A
13:30h - decisão de 3º lugar MIRIM FEMININO
14:15h - final MIRIM FEMININO
05/10 - terça-feira
14:00h - saída em frente a escola INFANTIL MASCULINO
15:45h - quartas-de-final INFANTIL MASCULINO : ÁUREA x 1º colocado grupo C
08/10 -sexta-feira
09:15h - semi-final INFANTIL MASCULINO
15:00h - decisão de 3º lugar INFANTIL MASCULINO
15:45h - final INFANTIL MASCULINO
Abraços !!!
sábado, 2 de outubro de 2010
Estudos
2 REVISÃO DE LITERATURA
Neste capítulo abordaremos a evolução do futsal feminino, além de buscar uma compreensão da tática defensiva e ofensiva e do jogo de contra-ataque.
2.1 DEFINIÇÃO TÁTICA OFENSIVA
Tática é o elemento inteligente do jogo. Transita entre dois polos: ofensivo e o defensivo.
Ferrante e De Rose (ano) dizem que “Os sistemas de ataque são movimentações táticas coletivas que tem como objetivo principal a obtenção da cesta. Para isso o ataque deve obedecer a certos princípios, que tornarão mais fácil a tarefa dos atacantes”.
Segundo Santana (2004) “Sistema refere-se exclusivamente ao posicionamento dos jogadores. Portanto, sistema não é manobra ou jogada, tampouco padrão de ataque. As jogadas e os diferentes modos de atacar (padrões) são aplicados no sistema, ou seja, a partir de um bom posicionamento”.
Diz ainda que;
“ os objetivos dos sistemas ofensivos, ou seja, de se posicionar para jogar ofensivamente, são os de facilitar tanto o jogo coletivo [...] como a construção e execução de manobras - as chamadas jogadas ou movimentações ofensivas - e de uma forma organizada de atacar o chamado padrão de jogo”.
Falam ainda que;
“[...] ao contrário dos sistemas de defesa, que tem uma classificação bem definida e aceita, os sistemas de ataque não apresentam uma clara definição em sua classificação. Isso se deve especialmente à multiplicidade de opções que se apresentam na elaboração de um ataque”. ( Ferrante e De Rose)
2.1.1 Ataque Seletivo
Segundo Santana (2004, p.68);
“ É um ataque que se organiza [...] com o intuito de impedir o contra-ataque adversario. É um ataque que “não tem pressa para acabar”, no qual os jagadores se movimentam e mantem a posse de bola – não confundir com marasmo, com burocracia. É um ataque que objetiva terminar com uma finalização contra a meta adversária – ainda que algumas vezes sequer a meta atinja – e que iniciaa partir daí uma marcação equilibrada. Selecionar o ataque é o objetivo de toda equipe, ainda que muitas vezes não seja possível “.
Abraços !!!
Neste capítulo abordaremos a evolução do futsal feminino, além de buscar uma compreensão da tática defensiva e ofensiva e do jogo de contra-ataque.
2.1 DEFINIÇÃO TÁTICA OFENSIVA
Tática é o elemento inteligente do jogo. Transita entre dois polos: ofensivo e o defensivo.
Ferrante e De Rose (ano) dizem que “Os sistemas de ataque são movimentações táticas coletivas que tem como objetivo principal a obtenção da cesta. Para isso o ataque deve obedecer a certos princípios, que tornarão mais fácil a tarefa dos atacantes”.
Segundo Santana (2004) “Sistema refere-se exclusivamente ao posicionamento dos jogadores. Portanto, sistema não é manobra ou jogada, tampouco padrão de ataque. As jogadas e os diferentes modos de atacar (padrões) são aplicados no sistema, ou seja, a partir de um bom posicionamento”.
Diz ainda que;
“ os objetivos dos sistemas ofensivos, ou seja, de se posicionar para jogar ofensivamente, são os de facilitar tanto o jogo coletivo [...] como a construção e execução de manobras - as chamadas jogadas ou movimentações ofensivas - e de uma forma organizada de atacar o chamado padrão de jogo”.
Falam ainda que;
“[...] ao contrário dos sistemas de defesa, que tem uma classificação bem definida e aceita, os sistemas de ataque não apresentam uma clara definição em sua classificação. Isso se deve especialmente à multiplicidade de opções que se apresentam na elaboração de um ataque”. ( Ferrante e De Rose)
2.1.1 Ataque Seletivo
Segundo Santana (2004, p.68);
“ É um ataque que se organiza [...] com o intuito de impedir o contra-ataque adversario. É um ataque que “não tem pressa para acabar”, no qual os jagadores se movimentam e mantem a posse de bola – não confundir com marasmo, com burocracia. É um ataque que objetiva terminar com uma finalização contra a meta adversária – ainda que algumas vezes sequer a meta atinja – e que iniciaa partir daí uma marcação equilibrada. Selecionar o ataque é o objetivo de toda equipe, ainda que muitas vezes não seja possível “.
Abraços !!!
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