quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ANO LETIVO 2010


Modalidades trabalhadas de 5ª a 8ª série (ensino fundamental).
- ATLETISMO
- BASQUETEBOL
- FUTSAL
- HANDEBOL
- VOLEIBOL

Atividade 01 FUTSAL
Jogo de 1 toque
Objetivo: velocidade do passe
Material: 5 coletes e 1 bola
O jogo: 1 toque na bola ,o tempo todo. Só é permitido pisar na bola e a partir daí passar com a sola do pé, sem perder o contato com a bola.
Referência: Profº Fernando Ferretti (técnico da Malwee Futsal)

Abraço!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

NA FINAL

VASCO bate o Fluminense por 6 a 5 nos penaltis (após 0 x 0 no tempo normal) e aguarda o vencedor do duelo entre BotaFogo e Flamengo para decidir a Taça Guanabara.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Nosso tempo

George Carlin

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

2010 - 2011 PV na estrada

Engenheiros do Hawaii: entrevista com Humberto Gessinger Publicado em:
3.2.2010
Por: Henrique Inglez de Souza
Depois de comandar os Engenheiros do Hawaii por cerca de 23 anos, Humberto Gessinger resolveu dar um tempo na banda e encarar novos rumos. A caravana, agora, segue com o Pouca Vogal, um duo formado com o guitarrista Duca Leindecker (Cidadão Quem). O som deles é marcado por arranjos adornados por vocais, violão, viola caipira, guitarra, piano, entre outros instrumentos.

Voltar com sua famosa banda não é uma possibilidade descartada, mas, no momento, tal ideia passa longe de seus planos. Para não deixar tantos anos e sucessos do rock nacional pairando pelo ar, Gessinger decidiu colocar suas memórias de estrada na biografia ‘Pra Ser Sincero – 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema’ (Belas-Letras), lançada em 2009 (foto).

As páginas do livro trazem boa parte da história dos Engenheiros do Hawaii, um dos grupos que tornaram o rock um estilo forte no Brasil dos anos 1980. Apesar de sua imagem ter sido bastante associada à figura de vocalista e baixista, Gessinger passou a maior parte do tempo empunhando o instrumento com o qual iniciou essa jornada: a guitarra.

Além da biografia, outro item relacionado à trupe gaúcha chegou às lojas no ano passado – na verdade, retornou às lojas. Foi o disco de estreia deles, ‘Longe Demais das Capitais’ (1986), relançado pela Sony Music com a série limitada ‘Meu Primeiro Disco’ (CD+LP). São deste trabalho canções como ‘Segurança’, ‘Toda Forma de Poder’, ‘Sopa de Letrinhas’ e a faixa-título.

Para falar desses assuntos, entrevistamos Humberto Gessinger. Confira!

Folheando o livro, acabei me deparando com a foto de uma bela coleção de Gibson SG. Por que sua preferência por esse modelo?

Além do som, gosto das SG porque ocupam uma posição legal no imaginário do rock. Não têm o heroísmo das Strato e Les Paul nem o “coitadismo” alternativo das Jaguar e Musicmaster, que viraram moda no período em que voltei à guitarra. Quanto às Telecaster, acho que me traumatizei depois de encomendar uma vintage e receber uma de metaleiro. As SG são, para a guitarra, o que os Rickenbacker são para o baixo.

Depois de 1994, com a saída do guitarrista Augusto Licks, os Engenheiros entraram numa certa constante troca de integrantes. Com isso, foi inevitável a mudança do som. No final das contas, você acha que foi positivo?

Não dá para analisar a vida em termos de “negativo” e “positivo”. Quase tudo carrega aspectos bons e ruins misturados. Como diz a música: “Teu maior defeito talvez seja a perfeição/tuas virtudes talvez não tenham solução”. Num mundo ideal, talvez as bandas nunca mudassem de formação, mas talvez esse mundo não precisasse de música. Costumo dizer que, se tivesse gravado ‘A Revolta dos Dândis’ na guitarra, o disco venderia muito mais, mas ficaria muito menos interessante. Não dá para comparar os vários guitarristas que passaram pela banda, pois cada um participou de um momento histórico diferente. Lendo o livro, dá para ter ideia da incrível mudança que ocorreu na cena da música neste período.

Essas trocas de integrantes revelam certa crise de identidade sonora em algum momento da banda?

Não. Se analisarmos os discos individualmente, veremos que todos têm sua força. Nisso, os Engenheiros do Hawaii sempre foram constantes. Às vezes, com mais exposição, às vezes, falando para os “fãs de fé”. Mas sempre convictos e sinceros. Quanto mais passa o tempo, menos importantes ficam os rótulos. O que fica é a música. Quando um disco sai, fala-se pouco da música e se dá muita importância às coisas acessórias, como quando o Radiohead lançou ‘In Rainbows’ e só se falava da forma como o disco seria vendido, tendo o preço decidido pelo comprador. Afinal, era um disco ou uma tese sobre economia no mundo globalizado?

Se a banda voltasse, você assumiria a guitarra ou o baixo?

No momento, não penso seriamente em voltar. Então, qualquer resposta seria tão subjetiva que não faria sentido.

Explique qual é a função do violão no Pouca Vogal.

No Pouca Vogal, o lance é analisar o formato como um todo. Toco violão, viola caipira, harmônicas e, ao mesmo tempo, faço as linhas de baixo com os pés. Forma e conteúdo são inseparáveis no Pouca Vogal. Tão importante quanto as músicas que estamos tocando é a forma como as estamos tocando. ‘Toda Forma de Poder’, por exemplo, só gravei com o Pouca Vogal por causa do arranjo que o Duca fez usando o violão como um instrumento de percussão e harmonia. É raro ver um duo na cena local. Muito mais raro, um duo formado por quem venha do rock. Com os Engenheiros, montei uma banda esquisita que, mal ou bem, se encaixou numa cena que existia. Com o Pouca Vogal, estamos inventando a nossa cena. Construindo a estrada para andar nela. Falando especificamente de violão, o Duca é o virtuose e eu jogo para o time. Minha viagem desde sempre foi mais a composição.

Escrever a biografia te serviu para fechar ou abrir um ciclo?

Fechar e abrir, claro. A vida não tem capítulos como as novelas. Espero voltar a tocar algum dia com o pessoal que me acompanhou na história dos Engenheiros do Hawaii. Mas será algo puramente nostálgico e eventual, reencontro e celebração. Não me vejo gravando material inédito como Engenheiros do Hawaii. Hoje, acho o Pouca Vogal uma plataforma mais coerente para expressar o que penso e sinto.

No ano passado, foi relançado o disco ‘Longe Demais das Capitais’. Para você, o que representa esse trabalho?

Ouvi ‘Longe Demais das Capitais’ outro dia e achei que envelheceu bem. É uma boa representação do que éramos. As virtudes e os defeitos estão todos ali. É muito sincero. Se eu voltasse aos Engenheiros do Hawaii hoje, acho que faria um som parecido. Espero que isso seja um bom sinal. Mas isso é só uma especulação. Nos próximos dois anos, ao menos, sigo só no Pouca Vogal.

Musicalmente, não há muito segredo nesse disco. É o som típico dos anos 1980: guitarras ora limpas com algum chorus, ora distorcidas. Nem todos sabem, mas você é o guitarrista neste disco. Fale da sua ideia para as partes de guitarra deste álbum.

Se, na época, eu não pensava no que fazia, não vai ser agora que vou pensar [risos]. Tivemos pouquíssimo tempo no estúdio, e isso foi bom. Basicamente, fotografamos o que fazíamos na estrada e fizemos poucos overdubs. Não queríamos desvirtuar a onda do trio. Também não queríamos escorregar e cair no heroísmo dos power trios. Não era nosso lance e nem tínhamos a técnica necessária. Gravamos sem clique, foi tudo direto, inclusive os efeitos. Há momentos em que o delay e a bateria começam a brigar. Mas acho bacana uma vibe “low-tech”.

Você se lembra dos equipamentos que utilizou para gravar?

Precariedade total! Eu ainda não tinha conseguido grana para comprar um amp legal. O produtor, Reinaldo Barriga, conseguia alguns amps emprestados, mas cada dia era um diferente. Era sempre uma surpresa: chegar ao estúdio e descobrir qual seria o amplificador do dia [risos]. A guitarra que aparece na capa é uma Fender Telecaster. Não era fácil conseguir instrumentos na época. Pedi para um amigo que vinha dos EUA trazer uma Tele clássica, sunburst, mas o cara me trouxe um modelo estranho, com dois humbuckings imitando DiMarzio, alavanca de metaleiro e na cor prateada. Fazer o quê? Era minha e me apaixonei por ela. Também usei uma Ibanez Allan Holdsworth vermelha. Comprei essa porque era fã dele. De efeitos, usei três pedais Boss: compressor, chorus e overdrive. Descolei um Voice Box para gravar a música ‘Fé Nenhuma’ e tenho até hoje. Voltei a usá-lo na canção ‘Na Veia’, um tempão depois.

Disponível emhttp://guitarplayer.uol.com.br, acessado em 05/fev/2010.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Eurocopa


Eurocopa 2010 de Futsal, terá sua final neste sábado (30 jan).
PORTUGAL x ESPANHA
Portugal que vem "patinando" desde o início da competição, credenciou-se ao bater o Azerbaijão nos penaltis, 3 a 3 no tempo normal, 5 a 3 nos penais.
Já a Espanha segue como grande potência ao lado do Brasil na modalidade. Após o "susto" nas quartas-de-final, onde decidiu a vaga nos penaltis contra a Rússia (hoje a meu ver, a terceira grande força da modalidade), voltou a golear. Desta vez foi a Rep. Tcheca.
A grande final tem transmissão ao vivo do canal BandSports.

Abraço.

domingo, 24 de janeiro de 2010

PRIMEIRO TEMPO

Estádio João Havelange - Rio de Janeiro
Dodô - VASCO 1 X 0 Bota Fogo
Dodô - VASCO 2 X 0 Bota Fogo
Dodô - VASCO 3 X 0 Bota fogo

Intervalo de jogo ...

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Os técnicos e a Liga 2010

Os técnicos e a Liga 2010
Por: Wilton Carlos de Santana
Docente do Curso de Esporte da UEL (PR)
Doutor em Educação Física - UNICAMP (SP)


Volto a este tema com o objetivo de atualizar o quadro abaixo. É bom manter a memória fresca. Aproveito para fazer alguns comentários.
Técnicos finalistas e campeões da Liga Nacional de 1996 a 2009
Algumas constatações:
- PC (4) continua recordista em títulos, seguido do Ferretti (3).
- Mussalem alcançou PC e agora ambos são recordistas em número de finais (6). Porém, o PC não disputa a Liga há cinco edições!
- Ferretti fez a sua quinta final consecutiva e, em número de finais, se iguala ao Miltinho.
- Jarico venceu nas duas finais que chegou!
- Walmir, em 1997 e Vander Iacovino, em 2007, são os únicos que fizeram finais com alguém do grupo campeão. Para a Liga 2010:
- Pc volta? Parece que sim, o que será muito interessante. Aliás, ele está a um jogo de ser campeão paulista com o Corinthians.
- Ferretti fará a 6ª final consecutiva?
- Mussalem chegará à marca histórica de sete finais?
- A equipe do Miltinho para 2010 será mais incisiva?
- E o Jarico, agora no Paraná, repetirá a ótima campanha de Umuarama na Liga deste ano?
A tradição dos técnicos finalistas e campeões foi mantida, ou seja, a principal competição brasileira continua sendo decidida e vencida por certo grupo de treinadores (PC, Mussalem, Ferretti, Miltinho, Jarico, Lucena). Este último é o único que não pode mais chegar, porque nos deixou há exatos dois anos. Evidentemente, que a participação de cada sujeito nas conquistas da Liga é distinta.
Ainda há ótimos profissionais que não fizeram a final da Liga. Paulinho Cardoso e Perdigão, por exemplo. O primeiro chegou à semifinal deste ano; o segundo fez um mata-mata interessante com a Malwee. Enfim, será que no final de 2010 colocarei um novo treinador nessa galeria? Segundo o Lucena diria: “Senhores, a sorte está lançada”.
A Liga 2010 promete, ao menos pelos duelos entre os técnicos.

Leia a matéria na íntegra em www.pedagogiadofutsal.com.br

Abraço.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Secretária eletrônica

Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica.
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão
sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Aqui a mensagem gravada:
“Olá! Para podermos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!”

Autor desconhecido.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Errata

Comunico que o show do "Pouca Vogal" que aqui foi divulgado que aconteceria em Blumenau, será no Caramba´s, em Indaial. A data permanece inalterada.

Abraço.

O Pouca Vogal apoia o Portal Social

O Pouca Vogal apoia o Portal Social

Os músicos Humberto Gessinger e Duca Leindecker, do Pouca Vogal, em visita aos estúdios da RBS TV, participaram da campanha “Eu apoio o Portal Social” que já contou com a adesão de artistas como Diogo Nogueira, Tiago Iorc e Armandinho. O vídeo (disponível nos sites do clicrbs e youtube) convida os internautas a contribuírem com instituições sociais pelo Portal Social e, com isso, ajudar a mudar o mundo. “Com o mínimo de dez reais, você pode começar a mudar o mundo”, esta é uma das frases de Humberto no vídeo.
O Portal Social é uma ferramenta de comunicação online que, de um lado, aproxima instituições sociais de pessoas que querem fazer doações para quem precisa, e de outro, aborda temas voltados à responsabilidade social, ao terceiro setor, aos direitos humanos, ao desenvolvimento comunitário, ao meio ambiente, enfim, aos temas de relevância social. O Portal é um projeto da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, pertencente ao Grupo RBS.

Fonte: www.clicrbs.com.br/atlantida