segunda-feira, 9 de novembro de 2009

JEPB


Em pé (da esq. p/ dir.):Vandeco; Eula; Clarisse; Hainá; Tamara; Amanda e Simas;
Agachado: Paola; Patrícia; Camila; Luiza e Jaqueline.

Equipe de Futsal Feminino da EEB Áurea Perpétua Gomes, terceira colocada nos Jogos Estudantis da Primavera de Blumenau.

JEPB

Equipe de FUTSAL MIRIM FEMININO da "EEB Profª Áurea Perpétua Gomes" terminou os JEPB com apenas uma derrota e conquistou o terceiro lugar da competição.
Nas semi-finais:
Áurea Perpétua Gomes 00 x 02 Francisco Lanser - 8:30h
Barão do Rio Branco 01 x 02 Visconte de Taunay - 9:15h

Na disputa pelo terceiro lugar, a equipe venceu o Colégio Barão do Rio Branco por 02 a 00. O título ficou com a EEB Francisco Lanser.

sábado, 7 de novembro de 2009

1º lugar do grupo




Equipe da "EEB Profª Áurea Perpétua Gomes" termina primeira fase dos JEPB de forma invicta e conquista o primeiro lugar da chave A.
Foram três jogos:
Áurea Perpétua Gomes 2 x 1 Oscar Unbenhaun
Áurea Perpétua Gomes 1 x 0 Alberto Stein (por WO)
Áurea Perpétua Gomes 0 x 0 Visconte de Taunay

As semi-finais:
Áurea Perpétua Gomes x Francisco Lanser - 8:30h
Barão do Rio Branco x Visconte de Taunay - 9:15h

As finais ocorrem as 13:30h (3º e 4º) e 14:15h (final).
Os jogos ocorrem no ginásio do GALEGÃO.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

JEPB


Equipe de Futsal Feminino Infantil da EEB Áurea P. Gomes perde jogos da 1ª fase e está eliminada.
No primeiro jogo a equipe foi derrotada pelo Col. Barão do Rio Branco pelo placar de 5 a 2. Contra a EEB Max Tavares a equipe foi goleada por 7 a 1, e contra a EBM Duque de Caxias, nova derrota: 2 a 0.
A equipe:
16 Daniela
02 Rafaela
06 Thaís
04 Thaíne
10 Rúbia
09 Bruna
07 Najoara
11 Mayara
13 Tainá
08 Juliane
05 Camila
03 Tainá B.
14 Jaqueline
Profº : Vandeco

Divisão Especial de SC: ADHering/Gasparzinho empata e se complica



Blumenau - A equipe masculina de futsal de Blumenau (AD Hering/Gasparzinho/FMD) ficou no empate em 3 a 3 com o time de Florianópolis, ontem à noite, no Galegão, pela primeira partida do confronto das quartas-de-final do Estadual da Divisão Especial. Com o resultado, os blumenauenses são obrigados a vencer na próxima partida, marcada para sábado, às 19h30min, no ginásio do Colegial, na Capital.
Apesar do placar equilibrado, o time da casa teve o comando do jogo, criando diversas oportunidades de gol. No entanto, foram os visitantes que saíram na frente. Aos três minutos, o ala Renatinho abriu o placar para Floripa. Os blumenauenses foram para o intervalo com a derrota parcial, mas o gol da AD Hering veio logo no início da segunda etapa. Aos 45 segundos, Alemão com um chute forte venceu o goleiro Ney e igualou em 1 a 1.
O empate chamou os visitantes para o jogo e, aos 10 minutos da etapa complementar, o pivô Alvinho marcou o segundo. Os blumenauenses reagiram e partiram para cima. Pressionaram tanto que, aos 14 minutos, o ala Bruno e o goleiro se desentenderam, e o ala acabou tocando para o próprio gol vazio, marcando o segundo da casa.

Florianópolis, que jogou desfalcada, terá o retorno de quatro jogadores
A AD Hering voltou a pressionar. O fixo Serginho forçou a expulsão de Hiltinho, a dois minutos do final. Quinze segundos depois, Cleiton aproveitou a vantagem numérica e acertou um belo chute cruzado, colocando Blumenau na frente. No entanto, a 13 segundos do fim, a defesa blumenauense falhou e o pivô Alvinho aproveitou para empatar.
O treinador de Blumenau, Jorge Luis Schwatz, o Jorginho, lamentou as chances desperdiçadas:
– Vencíamos por 3 a 2 e tivemos dois lances para matar o jogo. Agora, as duas equipes têm que ganhar.
O time da Capital, semifinalista da última Liga Nacional, jogou desfalcado. O goleiro Djony e o fixo Antônio, suspensos, e o ala Márcio e o pivô Vinícius, lesionados, devem retornar no jogo de volta.
Em caso de um novo empate haverá prorrogação, com vantagem para Florianópolis por ter melhor campanha na fase de classificação.


Fonte: www.santa.com.br

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Seleção da Liga 2009



A principal competição do futsal nacional encerrou-se com a equipe do Carlos Barbosa (ACBF), na foto acima sagrando-se campeã em uma final eletrizante diante da Malwee Futsal.

Segue abaixo nossa seleção da edição de 2009 da Liga Futsal:

Goleiro: Lavosier (ACBF)
Fixo: James (Joinville/Krona)
Ala: Cabreúva (Malwee Futsal)
Ala: Guina (Joinville/Krona)
Pivô: Lenísio (Malwee Futsal)
Revelação: Djhony (Florianópolis Futsal)
Revelação: Decie (V&M Minas)
Craque: Lenísio (Malwee Futsal)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ESTADUAL DE FUTSAL 2009

AD Hering empata e se complica BLUMENAU - A equipe masculina de futsal de Blumenau (AD Hering/Gasparzinho/FMD) ficou no empate em 3 a 3 com o time de Florianópolis, ontem à noite, no Galegão, pela primeira partida do confronto das quartas-de-final do Estadual da Divisão Especial. Com o resultado, os blumenauenses são obrigados a vencer na próxima partida, marcada para sábado, às 19h30min, no ginásio do Colegial, na Capital.
Apesar do placar equilibrado, o time da casa teve o comando do jogo, criando diversas oportunidades de gol. No entanto, foram os visitantes que saíram na frente. Aos três minutos, o ala Renatinho abriu o placar para Floripa. Os blumenauenses foram para o intervalo com a derrota parcial, mas o gol da AD Hering veio logo no início da segunda etapa. Aos 45 segundos, Alemão com um chute forte venceu o goleiro Ney e igualou em 1 a 1.
O empate chamou os visitantes para o jogo e, aos 10 minutos da etapa complementar, o pivô Alvinho marcou o segundo. Os blumenauenses reagiram e partiram para cima. Pressionaram tanto que, aos 14 minutos, o ala Bruno e o goleiro se desentenderam, e o ala acabou tocando para o próprio gol vazio, marcando o segundo da casa.
Florianópolis, que jogou desfalcada, terá o retorno de quatro jogadores
A AD Hering voltou a pressionar. O fixo Serginho forçou a expulsão de Hiltinho, a dois minutos do final. Quinze segundos depois, Cleiton aproveitou a vantagem numérica e acertou um belo chute cruzado, colocando Blumenau na frente. No entanto, a 13 segundos do fim, a defesa blumenauense falhou e o pivô Alvinho aproveitou para empatar.
O treinador de Blumenau, Jorge Luis Schwatz, o Jorginho, lamentou as chances desperdiçadas:
– Vencíamos por 3 a 2 e tivemos dois lances para matar o jogo. Agora, as duas equipes têm que ganhar.
O time da Capital, semifinalista da última Liga Nacional, jogou desfalcado. O goleiro Djony e o fixo Antônio, suspensos, e o ala Márcio e o pivô Vinícius, lesionados, devem retornar no jogo de volta.
Em caso de um novo empate haverá prorrogação, com vantagem para Florianópolis por ter melhor campanha na fase de classificação.

Disponível em http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/ acessado em 04/nov/2009.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Carlos Barbosa é campeão da Liga Futsal 2009

Jaraguá do Sul (SC) - O Carlos Barbosa é campeão da Liga Futsal 2009. O time gaúcho conquistou o título na noite desta segunda-feira (2/11), na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul (SC), após ter sido superado no tempo normal, por 4 a 3, e ter vencido a prorrogação por 2 a 0. Este foi o tetracampeonato da equipe gaúcha, que já havia levantado a taça em 2001, 2004 e 2006.
O título veio ante a uma Arena Jaraguá lotada com mais de 8 mil pessoas. A equipe gaúcha podia empatar no tempo normal, já que venceu o jogo de ida, em Carlos Barbosa (RS), por 4 a 2. O revés por 4 a 3, com um gol sofrido no minuto final não abalou a equipe laranja, que conseguiu se impor no tempo extra e venceu por 2 a 0.
O jogo
O jogo começou tenso. Após o chute, do fixo Leco, Jé interceptou a bola com a mão dentro da área. Oportunidade para a Malwee abrir o marcador. Lenísio cobrou o pênalti e fez 1 a 0, aos 5min36. O empate surgiu veio dos pés de Jé, que aproveitou o rebote do goleiro Tiago, após cobrança de falta do fixo Rodrigo e mandou para o fundo das redes, aos 9min13.
A tensão carregou as duas equipes em faltas. Com pouco mais da metade do primeiro tempo decorrido, ambos os times já tinham atingido o limite de cinco infrações na etapa. O resultado foi sentido com os sistemas defensivos mais cautelosos, evitando contato com os rivais.
Nos instantes finais do primeiro tempo, Lenísio deu uma bela assistência para Leco, que da entrada da área, girou e chutou forte, cruzado. A bola foi no ângulo superior direito do goleiro Lavoisier, colocando os anfitriões novamente em vantagem, aos 18min25. Ainda na etapa inicial, Xoxo escapou pela ala direita, e tocou na segunda trave, Cabreúva escorou e ampliou, aos 19min10.
No último lance do primeiro tempo, Sinoê chutou e a bola desviou no fixo Leco e entrou na meta do goleiro Tiago, descontando para o time gaúcho, aos 20 minutos.
A etapa complementar teve os visitantes impondo um maior volume de jogo, já que o empate era suficiente para a conquista do título por parte do clube laranja. Os avanços dos gaúchos produziram alguns espaços para a Malwee atacar. Com este panorama, chances de gols foram criadas pelos dois lados, mas o placar permaneceu inalterado.
Faltando cinco minutos para o término do tempo normal o técnico Paulo Mussalem colocou o goleiro Bilica para atuar. O arqueiro passou a ajudar na construção das jogadas ofensivas do Carlos Barbosa. A tática surtiu efeito. Aos 15min32, Bilica lançou pelo alto, Leandrinho escorou de cabeça e Jé chutou forte, no ângulo de Tiago, empatando o duelo.
No minuto final, o ala Cabreúva passou a atuar como goleiro-linha. A resposta foi rápida. Xande tocou para Lenísio, que girou rápido e chutou forte para fazer o quarto tento dos jaraguaenses, aos 39min17. Foi o 32º tento do pivô na Liga Futsal, com isso ele termina a competição como artilheiro, ao lado do ala Falcão.
A vitória da Malwee no tempo normal levou a decisão para o tempo extra.

Prorrogação
A prorrogação, de 10 minutos, começou com os gaúchos melhores, mas logo as ações se equilibraram. As chances de gol no tempo extra foram escassas. Lenísio colocou uma bola na trave, mas a ACBF foi mais efetiva. Após a jogada de Waguinho, Sinoê aproveitou o rebote e definiu para fazer o gol, aos 48min15.
Imediatamente o técnico da Malwee, Fernando Ferretti, colocou Cabreúva para exercer o papel de goleiro-linha. A pressão dos anfitriões foi enorme, Xoxo chegou a mandar um chute na trave direita de Lavoisier, mas o Carlos Barbosa ainda consumou o triunfo com um gol de Lavoisier, aos 49min50, ficando com o título em plena Arena Jaraguá.
“Em nenhum momento deixamos de acreditar que tínhamos condições de vencê-los aqui, mesmo sabendo das dificuldades. No vestiários sentamos e conversamos. Bastava o time estar compenetrado, consciente e confiante de que podia e foi o que aconteceu. Não abdicamos de jogar e ganhamos por 2 a 0”, avaliou o técnico da ACBF, Paulo Mussalem.

Créditos: Rafael Xavier
Assessoria de Imprensa da Liga Futsal
Disponível em www.futsaldobrasil.com.br

domingo, 1 de novembro de 2009

Campeão da Liga Futsal 2009 será conhecido nesta segunda

















Jaraguá do Sul (SC) - Após 213 dias de competição, o jogo de número 245 da Liga Futsal 2009 definirá o campeão da temporada no campeonato mais importante do salonismo nacional. Malwee Futsal e Carlos Barbosa duelam a partir das 19 horas, desta segunda-feira (2/11), na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul (SC). O SporTV transmite a decisão ao vivo.
O jogo de ida, realizado em Carlos Barbosa, na sexta-feira (30/10), apontou vitória gaúcha, por 4 a 2. Com isto, um empate leva a ACBF ao tetracampeonato. Os jaraguaenses, atuais bicampeões, precisam da vitória para levar a decisão para o tempo extra, de 10 minutos. Quem vencer a prorrogação levanta a taça. Em caso de empate, o título será definido nos pênaltis.
Tradição não falta aos dois clubes. Ambos buscam o tetracampeonato da Liga Futsal. A Malwee foi campeã em 2005, 2007 e 2008, enquanto o time laranja levantou o troféu em 2001, 2004 e 2006.
Os dois treinadores não têm problemas de ordem disciplinar para escalar suas equipes, no entanto, pelos lados da Malwee, o ala Falcão segue lesionado e não está confirmado no duelo.
“No jogo de ida as coisas não aconteceram como nós gostaríamos e acabamos saindo com uma derrota para tentarmos reverter no jogo de volta. Eu tenho certeza de que teremos o apoio da nossa torcida, e isto pode ser a força extra que precisamos para chegar à vitória”, declarou o pivô Lenísio, vice-artilheiro da Liga, com 30 gols.
Já o ala Tostão destaca como a ACBF deve atuar nesta segunda-feira. “Temos que ter o mesmo espírito que tivemos na partida de ida. Sabemos da qualidade Malwee, do potencial, dos jogadores, de todas as qualidades deles, mas não podemos esquecer o nosso lado. Às vezes valorizamos muito o adversário e acabamos nos desvalorizando um pouco”, alertou.

Créditos: Rafael Xavier
Assessoria de Imprensa da Liga Futsal

Competição e cooperação no esporte coletivo

Wilton Carlos de Santana
Docente do Curso de Esporte da UEL (PR)
Doutor em Educação Física - UNICAMP (SP)

É perfeitamente sabido que resultados ruins no esporte patrocinado resultam em demissões de técnico e de jogadores. Logo, todo treinador procurará jogadores capazes de competir e atender a maior parte das expectativas criadas ao redor da equipe. Por outra, procurará jogador competitivos, isto é, aqueles que reúnem condições de concorrer com outros. Sem essa virtude, não há como participar de equipes que exigem rendimento elevado. De bons jogadores, e considerarei assim todos aqueles que chegarem a esse nível de exigência, bons resultados serão cobrados. Aliás, é para apresentá-los que treinadores e jogadores atuam juntos.
Mas, quem pode ser competitivo? Quem reunir satisfatoriamente um conjunto de capacidades, que inclui as físicas, as gestuais (técnicas), as cognitivas, as emocionais, as sociais. É o desempenho harmônico desse coletivo de qualidades que sustenta o rendimento elevado do jogador; que lhe dá visibilidade. O desenvolvimento desses atributos começa a ser esboçado na iniciação esportiva, afirmado na adolescência e aprimorado na maturidade. Significa dizer que o jogador se torna competitivo ao longo do tempo. Esse processo se chama Treinamento a Longo Prazo (TLP). Estima-se que 10 anos de treinamento sejam necessários para que desponte um jogador de esporte coletivo de alto nível.
Isso posto, afirmaria que a competitividade é uma busca contínua de se tornar mais inteligente, mais bem preparado física, gestual, emocional e socialmente. Demandará, pois, um extenso e cansativo processo de construção sócio-cultural. Nessa caminhada, obviamente, não apenas o treinamento adquirido, mas também as características inatas são influentes. Logo, em se tratando de desempenho esportivo, o que se herda (genética), o jeito que se aprende (pedagogia), e ainda onde se está inserido (cultura), têm muita importância.
Num ambiente em que se busca ser igual ou superior aos outros o paradigma é a meritocracia, isto é, as pessoas são valorizadas segundo seus resultados. Não há como fugir disso. Por exemplo, para quem cumprir as tarefas cotidianas de competir com os colegas de equipe e obtiver êxito, a recompensa será a de ser a opção primária para o treinador; quem competir com os adversários e obtiver êxito, afirmar-se-á como um jogador de destaque, cuja condição lhe renderá, no contexto esportivo, uma gama de outras recompensas (bons contratos, projeção, mais tempo em quadra etc.). Ou seja, apenas para os que apresentarem bons resultados há luz no final do túnel. Para quem for superado, o ônus será o ostracismo e, nos casos mais graves, a exclusão e o banimento. Por isso, isto é, pelo mérito, que os jogadores são mais ou menos aproveitados pelos treinadores e estes mais ou menos valorizados pelos clubes. Em última análise, no esporte profissional, é o mérito o que define se jogadores e treinadores serão mais bem ou mais malsucedidos na carreira esportiva; se permanecerão mais ou menos tempo em evidência.
É exatamente sob o paradigma da meritocracia que muitos se perdem. E o fazem, entre outros fatores, por não conseguirem submeter interesses pessoais aos de natureza coletiva. Quer isso dizer que todo jogador que não conseguir cooperar (atuar junto) num ambiente competitivo é um impostor. E, por extensão, todo treinador que permitir que o egocentrismo, seja de quem for e o seu inclusive, sobrepuje a coletividade, além de impostor, é um amador, pois obstrui diretamente o desenvolvimento da equipe.
Portanto, competição não exclui cooperação. Ao contrário, a exige. Competir é, sobretudo, uma atitude cooperativa. Não precisamos ir tão longe para entender a interface entre essas atitudes. Pensemos no jogo. Este exige que os jogadores joguem sob regras coletivas. Quem não respeitá-las pune o coletivo. As estratégias são planos coletivos; a tática coletiva conecta-os para atacar e defender. A cobertura, o desarme, o bloqueio, o passe, a ajuda (dobra), entre outras, são atitudes cooperativas. Enfim, independentemente dos sujeitos, o ambiente exige cooperação. Entretanto, essa evidência do coletivo não significa, absolutamente, o ofuscamento da individualidade. Pelé e Michael Jordan, atuando de maneira coletiva, talvez tenham sido os jogadores de esportes coletivos mais originais de todos os tempos.
Espero que este texto tenha demonstrado que sem cooperação pouco ou quase nada de bom restará a fazer em esporte, um fenômeno marcado pela competição.
Para refletir: se competição e cooperação caminham juntas, por que boa parte dos jogadores profissionais, acostumada a competir desde cedo nas categorias menores, tem dificuldade de agir cooperativamente em suas equipes?

Disponível em www.pedagogiadofutsal.com.br, acessado em 01/nov/2009.